29
set
2009

Bom, eu sempre gostei mais da DC, afinal a identificação com as personages do núcleo é tão imediata que chega a assustar.

Então é por isso que quando eu vi na banca, foi irresistível. Batman está comemorando 70 Anos, e como eu comecei a me aventurar nas coleções de HQ só agora, decidi comprar pra conhecer melhor a história do Morcegão. E que ótimo momento! Muitos materiais saindo pela Panini, e nada melhor do que essa coleção em 4 volumes. Soube que também saiu uma do Superman, mas dele eu não sou muito fã. Mas quem sabe eu não quebro essa barreira lendo um pouco mais né?

A arte da capa é do Alex Ross.

Neste primeiro volume temos as seguintes histórias:

Origens Secretas: Estrelando o Batman da Era de Ouro (1986)

Nesta história, como o próprio título diz, é revelado o passado de Batman: sua família, detalhes de sua vida que foram importantes na motivação de se tornar um herói, como foi a concepção da do Batman, seu primeiro amor, os conflitos de identidade e as falhas do começo de uma carreira de Herói. Mais básico, impossível. Muito adequado pra começar o ciclo desse especial.

Professor Hugo Strange e os monstros (1940)

Um história simples, mas que com certeza deve ter sido bem interessante na época que foi lançada. Tem aquele ar ingênuo típico de aventuras antigas, meio pastelão. É engraçado, tem uma veia meio humoristica. Batman luta contra monstros gigantes que invadem Gotham (que não tinha nada de sombria) que servem de distração pra assaltos de bancos. Um clássico de época, que hoje vemos como um clichê.

A carreira de Batman Jones (1957)

Essa é a história mais engraçada do volume. LOL. Batman salva uma família que estava dentro de um carro desgovernado. Um casal e um bebe. Por gratidão, o casal que estava voltando da maternidade com o bebe, batiza a criança com o nome do herói: Batman Jones. Com um nome desses, qualquer criança gostaria de ser o próprio Batman, e o garoto leva realmente a sério essa história. Muito LOL.

Prisioneiros de três mundos (1963)

Nesse arco com três capitulos acontece algo que eu não sabia que existia em no universo do morcegão. Ele, Robin, Batgirl e Batwoman lutam contra um alienígena que vem de outra dimensão atrás de prata na Terra para produzir armas. Uma dessas armas inclusive transportam eles para outras dimensões e cada dupla quem que resolver seus problemas com aliens, com o perigo de desaparecer, etc. Comparado com os dias de hoje, muita gente não entenderia uma aventura meio absurda assim, já que o núcleo do Batman é tratado com mais racionalidade (aliás, quase todos são assim depois de Watchmen, até os que são voltados pro mundo infantil, veja Os Íncríveis).

De quantas maneiras se pode matar Robin? (1972)

Uma das aventuras mais pastelonas selecionadas, sem dúvida. Mas mesmo assim não deixa de ter o apelo de proteção e irmão mais velho que o Batman sempre vai ter se tratando de Robin. A história é exatamente isso que o título diz: Batman entra em um jogo maldoso em que simulações da morte de Robin são feitas. E lógico que o morcego sempre fica desesperado atrás do seuqestrado.

O último Natal de Batman (1982)

É uma aventura mais próxima do que leitores mais novos como eu sabem sobre Batman. Cheia de conflitos com o passado, crises de identidade, questionamentos do que vale a pena ou não na vida de um super herói.

Batman descobre possíveis ligações de seu pai com um bandido de Gotham, e com a ajuda da Caçadora ele averigua se essas suspeitas são verdadeiras.

Essa história em especial é outra que me surpreendeu: nela é explicada que no Universo DC existem pelo menos duas Terras, cada uma em um plano vibracional distinto. Em cada uma dessas terras uma Liga de heróis trabalha paralelamente, e o que acontece em um mundo pode influenciar o outro diretamente.

Todos os inimigos contra mim! (1983)

Essa é uma das melhores histórias selecionadas, de longe! É tão especial assim pois é a 500ª aparição do Batman.

O nosso estimado Coringa resolve unir todos os vilões possíveis e imagináveis (e lógico que isso só pode acontecer depois do episódio do Arkham Asylum) pra traçar um plano para eliminar o Batman antes que o Crocodilo faça isso. Tem coisa melhor do que ver todos aqueles retardados juntos tramando o mal? Não, nessa edição não tem. Outra coisa que não tem preço é ver a Mulher Gato e Tália disputando a atenção do Bruce Wayne heheh. Além da participação de Robin, que é fundamental, e Batwoman.

Mas, o que eu gosto nessa história é que é uma trama mais elaborada do que as antigas. Existem detalhes perdidos que se unem durante a história, acho genial. E

Sobre ratos e homens (1996)

Eu adoro essa: é uma viagem ao passado, que mostra a relação que Wayne tem desde criança com o Alfred, e como o mordomo foi fundamental na criação do carater do homem que carregaria o fardo do Cavaleiro da Trevas.

Cidadão Wayne (2000)

É uma alusão clara ao filme Cidadão Kane. Não sei se gostei.

Considerações finais: é um volume divertido, ainda mais pra quem não tem o costume de colecionar HQs do Batman, mas mesmo assim eu acho que talvez algumas histórias poderiam ser melhor selecionadas.

Agora aguardo o próximo volume sair nas bancas, que terá o foco na Batcaverna! Estou ansiosa aguardando e certamente haverá um review meu por aqui.

Voltem sempre ;)

21
set
2009

E hoje eu vou falar sobre a etapa brasileira do LG Mobile World Cup, uma das competições mais surreais que eu já vi na minha vida.

A galera toda :)

Antes de tudo gostaria de agradecer ao Thiago Testa (do Antifrase) por me dar a oportunidade de ir ao evento. E deixar um beijo pra Paula e pra Mônica que estavam no show comigo, pra Fernanda, pro Cadu e pro Tato Tarcan que eu encontrei por lá, e pro meu gato que me acompanhou no show.

O Lg Mobile World Cup promove uma promoção entre os digitadores mais rápidos de SMS do mundo, e no dia 23/09 aconteceu a final brasileira no Citibank Hall em São Paulo.

O Evento foi apresentado pelo Marcos Mion, que mediou as competições. O cara realmente é engraçado, tem um perfil só dele de apresentar e falar, além de deixar as meninas ON FIRE na platéia. Tinha um outro apresentador também, mas ele nãoera muito bom, dizia muita coisa errada :S

Marcos Mion

As bandas que subiram no Palco: Banda Cine (eca), Negra Li e Pitty (atração principal do evento e grande destaque da noite).

Um dos grandes diferenciais da festa foi a intereção do público via celular. Além de respondermos perguntas via SMS, tivemos a chance de escolher algumas das músicas que as atrações da noite tocariam.

Cine + Pitty + Negra Li

A banda que acompanhou o evento todo foi a banda Insonia. Essa é a banda de mulheres que toca no Altas Horas. Elas abriram o evento e fizeram acompanhamentos para as escolhas do público via SMS, que em sua maioria eram covers.

A Banda Cine se apresentou primeiro, e realmente eu detesto o som dos caras. Muito 12 anos pro meu gosto, muito cópia de Cobra Starship, outra banda que não me agrada. Mas eu sou legal com quem gosta e até gravei um vídeo da cover que eles fizeram de Jota Quest e um pedaço de Garota Radical.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=JqhFXDuO0f0]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BFa1lwVXT5I]

Depois veio ao palco a Negra Li. Ela manda muito bem, pra quem gosta do estilo de som realmente vai gostar muito, ela canta muuito bem. ganhou meu respeito pela réplica da patada que ela recebeu do Amaury Dumbo (Sim, o Pânico estava lá, o Otávio Mesquita estava lá, a Titia Monique Evans também. Um luxo, sou fã da Monique). Se vocês quiserem ver, basta ligar a TV no domingo e assistir. Se eu achar algum vídeo extra dou um update aqui.

Mais algumas semifinais, e Pitty chega ao palco. O público tava implorando por ela, muito. Ela cantou uma cover da Amy Winehouse – You Know I’m No Good e eu gravei o vídeo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=cBEgUSaSjrE]

Após as semifinais, chega a hora desaber quem é o vencedor: o carioca albino que foi a praia uma vez somente! Aqui o Twitter dele: @MrkAlves

Todo mundo premiado, feliz e contente, chegou a hora do show da Pitty mesmo. Meia hora com músicas novas do cd Chiaroscuro, alguns clássicos. Eu não sou fã, mas a performance me surpreendeu horrores. O público ficou muito empolgado, da pra ver nos vídeos:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Henwi89E4NM]

Por fim, foi um evento muito bacana. Apesar de estar de salto e em pé o tempo todo, morrendo, e não ter uma água di gratis na festa, eu me diverti.

Até a próxima.

15
set
2009

Sinceramente, o Demolidor nunca foi um personagem que me chamou muita a atenção. Apesar de o filme ter feito um grande sucesso quando foi lançado, (2002 ou 2003?) eu vi e achei normal. Não prestei muita atenção.

Porém, quando estava na banca na última Sexta Feira para adquirir o especial de 70 anos do Batman, foi inevitável não olhar para para a capa de O Diabo da Guarda. Apesar de ser simples, o formato lançado pela Panini me chamou a atenção: uma história completa em um único volume encadernado. E então eu dei uma chance para Matt Murdock.

Essa edição lançada aqui no Brasil inclui 8 edições e 1/2 que já foram lançadas anteriormente e está dentro de uma série comemorativa de 45 Anos do Demolidor. Essa é a segunda história lançada, já que a primeira foi Homem Sem Medo de Frank Miller e John Romita Jr. que conta o começo da trajetória do herói. O Diabo da Guarda foi escrito por Kevin Smith e Joe Quesada. Pelo o que andei lendo por aí, é uma história que marca uma nova fase do Demolidor e da Marvel, e foi muito celebrada.

Claro que não é a toa.

A história começa inocentemente com uma narrativa que parece ser comum pra qualquer herói: uma garota e um bebe em perigo, fugindo de meliantes mal intencionados na Cozinha do Inferno (apelido carinhoso para um dos bairros mais violentos de Nova York) . O que ele não espera é que a sua vida pessoal seria completamente virada de cabeça pra baixo por causa dessa perseguição: problemas vindos do passado, do presente e de um possível futuro se misturam todos em um só momento. Mas o final, é surpreendente ;) Lógico que eu não vou contar.

Aliás, queria compartilhar com vocês que não sei se abro espaço pra Spoilers aqui. Eu morro de vontade de comentar, mas não quero estragar surpresas :B


Quanto ao trabalho da edição da Panini: achei satisfatória, apesar de ter alguns errinhos de digitação. Uma outra coisa que me incomodou BASTANTE foi a escolha da fonte do título dos capítulos. Não sei se foi uma escolha da edição ou se é adaptado assim do original, mas nossa, a fonte já é ruim de ler e ainda é cheia de strokes, relevos. Enfim, poderia ser raios luz melhor.

Então, fica aqui a minha dica: Se você quer ficar mal acostumado com uma qualidade absurda em roteiro e conceito de histórias de super heróis, comece por esse arco de histórias que marcaram época ;)

13
set
2009

* Essa resenha foi publicada dia 24 de Março de 2009 no meu blog pessoal

[ ATENÇÃO - POST COM SPOILERS ]

Então, meus caros, sempre que me pergutam sobre a minha opinião de Spirit eu não sei muito bem o que dizer. Eu só sei que achei engraçado.

A questão é: Seria Spirit um filme engraçado por ser engraçado ou por ser tosco?

Ok, like Jack, vamos por partes.

Eu acho que não me sinto no direito de entrar no mérito de criticar Mr. Frank Miller em termos de adaptação da história pois não li os quadrinhos. PORÉM, contudo, entretanto acho que posso falar por conhecer outros filmes muitíssimo bem sucedidos do rapaz, principalmente por ele estar lado-a-lado dos diretores nas produções e na direção dos filmes.

Não vou negar que achei o trailer FODA quando vi. Sou ignorante e, como disse acima, nunca li Spirit. A divulgação toda do filme no Brasil foi muito bacana, para tapar o rombo das bilheterias americanas talvez fosse necessário esse esforço mesmo. Mas aí entramos em uma questão interessante: Spirit foi vendido da forma correta?

Sobre o marketing do filme e a realidade das coisas:

O que tem de cenas caricatas e hilariantes de tão surreais no filme era simplesmente inimaginável. O que era Octopus de samurai e de nazista? Eu achei até interessante a cena que o Octopus fica muito P da vida por seus assistentes terem conseguido a caixa errada, a leitura “mangá” e tal, mas dentro do contexto do filme em geral é bizarro. E pra quem acompanhou a divulgação do filme sabe que a estranheza do filme que o público nas salas de cinema com certeza teria era absolutamente normal, nada a ver com o que é passado no trailer e com o que foi vendido nos esforços de comunicação.

Sobre Frank Miller e suas peripércias:

Sobre a parte técnica da direção, Frank Miller teve O DOM e a PERÍCIA de misturar as técnicas de 300 e Sin City. O M F G. O resultado pode até ter ficado interessante, mas MELDELS é muita cara de pau.

Sobre as personagens e seus desempenhos:

Em relação ao Gabriel Match acho que até se fosse uma adaptação fidedigna da HQ ele merecia o papel, tanto pela semelhança física quanto pela atuação. E ele é uma gracinha.

O mulherio do filme pode ser até agradável aos olhos, mas Scarlet Johansson como Silken Floss não me convenceu, muito fake (aliás ali o que não parecia fake?). A Sand Saref de Eva Mendes foi meio clichê (e acho que outras atrizes ficariam melhores). Ellen Dollan é fofa e e corninha (ops). Lorelei quase não dá pra saber o que é a atuação dela. Mas a personagem MAIS DESNECESSÁRIA EVER foi a Plaster Paris. Paz Vega, me desculpe, mas o filme poderia ficar sem você.

Mas o meu preferido so far é o Octopus do Samuel L. Jackson. QUE BIZARRO. Nunca imaginaria ele fazendo um papel tão caricata assim, eu gostei e odiei ao mesmo tempo, me surpreendeu.

Sobre as cenas que vale a pena lembrar

A cena mais bonitinha é do Spirit e da Sand Saref novinhos, e a narrativa da historia deles. Eu gostei, sou mulherzinha com ataques psicopatas, então achei muito bacana o desenrolar das coisas e como ela surtou com policiais tão novinha.

A cena mais bizarra, volto a dizer, foi com certeza a do octopus muito puto por descobrir que pegou a coisa errada. HUAHUAHUAHU. Morri. A bomba explodindo atrás dele, ficou bizarro³³ .

E claro, confesso que eu perdi o foco muitas vezes no meio do filme em cenas meio desinteressantes, e pra prestar atenção nas pessoas que estavam saindo da sala no meio do filme. Pois é, eu ainda fui super boazinha.

13
set
2009

* essa resenha foi publicada no dia 8 de março de 2009, no meu blog pessoal.

Pôster de Watchmen

Parece até clichê nesta altura do campeonato escrever sobre Watchmen, já que estamos no centro do vulcão que essa história absurdamente fantástica é. Semana mundial de lançamente no filme, a bilheteria nos EUA só no primeiro dia foi de $25,135,000 (uma sexta feira, imagine ontem), críticas em sua grande maioria muito favoráveis.

Mas eu não vou escrever sobre o filme/hq, mas sim sobre a influência dessa obra de arte.

Eu sabia que Watchmen iria estreiar já faz bastante tempo, porém disse para mim mesma que não iria ler a HQ antes de ver o filme. Sempre me preocupei em me surpreender ou me decepcionar DEPOIS de ver o filme, enfim. Mas por insistência do Silas (que faz parte do Sketchtrash, acho ótimo) eu baixei as 12 revistas. Não que eu adore fazer download de hq, mas eu até procurei para comprar mas realmente não achei nada, não tinha. Depois disso perdi a culpa LOL.

Eu já esperava realmente algo diferente de Watchmen, mas não algo que desse um nó na minha cabeça. Sempre fui acostumada mais com mangás, sempre me dediquei mais a arte de quadrinho made in Japan. E nenhuma história se mostrou tão complexa como a que Alan Moore desenvolveu.

Durante as minhas férias forçadas, todo dia a noite eu lia uma revista. Só que eu não consegui ler uma vez só, eu lia, relia, voltava algumas páginas. Watchmen me marcou pela perspectiva sobre a vida diferente de algumas personagens. Perdi o número de contas sobre quantas vezes li sobre o passado do dr. Manhattan, sobre como o psicótico Rorschach se descobriu um psicótico de fato. A última revista então nem se fala.

No fim das contas só pederia ter tido um resultado: comprei a edição absolute de Watchmen e a aguardo para os primeiros dias dessa semana.

No meu Twitter eu já falei tanto sobre isso que deve ter gente que quer me matar já LOL.

Enfim, mas daqui algumas horas vai rolar um update aqui, já que eu estarei muy feliz assistindo o filme da HQ que virou minha cabeça. Não vejo a hora :D

[UPDATE - ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS DO FILME]

Eu só tenho uma palavra a dizer: FODA! Eu tive a oportunidade de assisitr sozinha, e posso dizer que o filme me deu a impressão de passar só meia hora. Eu não sei só se o público que não conhece Watchmen vai pensar assim, mas é uma questão de parar pra analisar e pensar sobre os diálogos e situações, coisa que muita gente tem preguiça.

Confesso porem que senti falta de algumas cenas, como o surgimento da máscara do Rorschach, algumas alterações eu estranhei mas compreendi que era necessárias para dar uma dinamizada na história, como a foto do Jon com a ex-namorada tirada no parque já estar com ele, e não é assim nos quadrinhos.

Fora isso, nem achei que o Snyder exagerou no slow motion, como o pessoal estava dizendo por aí. Perto de 300 parece até que esses efeitos eram naturais LOL.

Outra coisa bem peculiar é a trilha sonora, que, confesso, não é muito minha praia mas sei que muitas delas estavam na graphic novel e sei que foi um IMENSO respeito pela obra elas serem inseridas no filme.

Sobre os personagens:

Achei Comediante FODA, ele sentado ali na cama do Moloch, se na HQ eu achei surreal, no filme arrepiou a minha pele. A cena de estupro foi muito chocante pra mim, apesar de faltar a hesitação do Justiceiro Encapuzado na hora em que ele bate o comediante. Mas enfim, ele é um atípico badass, tão badass que mata o Kennedy, AHAHAH muito bom.

Rorschach digno de Oscar (como vi em vários lugares o pessoal comentando). E a cena final do Rorschach? Pqp, chorei. O ator colocou ali a alma dele MESMO, muito muito forte. sem falar na semelhança física perfeita. Espero que na director’s cut mostre a convivencia dele com o senhor da banca de jornal, era bem engraçado. E, claro, as melhores quotes da história são dele. Um puta papel.

Dr. Manhattan tem problemas com a boca na CG, mas o resto ficou perfeito (até a voz um pouco mais fina do que esperavam, acho que deu o tom de tranquilidade necessário pra ele). Eu me emociono com o Manhattan e o ponto de vista dele sobre o mundo e a forma atemporal dele narrar a própria história. Achei só que poderiam dar mais ênfase a vida dele antes de se tornar um integrante do Blue Man Group (LOL).

Dan, o Coruja, achei muito fiel mas nada espetacular. Talvez porque o Dan não tenha uma personalidade violenta ou polêmica, então no filme ele fica um pouco apagado perto dos outros. Um garoto sonhador perto de um sóciopata naturalmente chama menos a atenção, por exemplo.

Mas quando falamos de Espectral e Veidt ficou um pouco a desejar. Senti falta da drama queen Sally que eu vi nos quadrinhos, mas as cenas de sexo entram pra memória nerdiana. O Veidt não tem aquela cara de Gugu. Aliás o Veidt ficou meio moça demais, imaginava ele mais próximo de um Hércules, não essa androginia toda.

Sobre a parte mais polêmica: o final.

Sinceramente eu achei mais coerente e bem resolvido que o final da HQ. Talvez não seja tão criativo, mas funciona muito melhor pra rápida compreensão, além do fator drama. Senti falta de sangue e milhares de cadáveres, mas ok, o orçamento talvez não permitisse. E A BANDEJADA que o Coruja leva? CADÊ?? LOL. Mas ficou foda mesmo assim.

Enfim queridos, teria que assisitr de novo para falar melhor sobre essa obra de arte da cultura pop. Entretenimento inteligente, agora é a hora de dar um nó no cérebro, crianças :)

Larissa Palmieri
5
out
2010

E como todo o início é lindo e fácil, convido vocês a jogar esse jogo comigo. Quem será que ganha esse desafio?


Choronzon: Sou um lobo assassino, devorando sua presa!
Sandman: Sou um caçador de lobos, montado a cavalo.
Choronzon: Sou uma mosca que pica o cavalo e derruba o caçador.
Sandman: Sou uma aranha devoradora de moscas.
Choronzon: Sou uma cobra comedora de aranhas.
Sandman: Sou um boi esmagador de cobras.
Choronzon: Sou uma bactéria, uma bactéria destruidora de vidas.
Sandman: Sou um mundo no espaço, nutrindo a vida.
Choronzon: Sou uma Nova explodindo… Cremando planetas.
Sandman: Sou o Universo… Abraçando todas as coisas, toda a vida.
Choronzon: Eu sou a anti-vida, a Besta do Julgamento. Eu sou a Escuridão no fim de tudo. O fim dos universos, Deuses, Mundos… de TUDO!
Sandman: Eu… eu sou a esperança.

Sejam bem vindos :)

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