31
out
2009

Passando aqui no blog pra desejar a todos um Feliz Halloween.

Amo gatinhos pretos.

PS. Gostaria de fazer um post especial sobre o Halloween, mas tá difícil gente. TCC na faculdade me comendo pelo pé. Assim que tiver um tempinho (como agora) volto a postar com mais frequência.

25
out
2009

Sejam bem vindos a nova sessão desta blogueira que vos escreve!

Quem me conhece sabe que eu de tempos em tempos me vicío em uma banda diferente. Esse ano já tive minhas overdoses de The Cure e Slipknot, e nos últimos anos foi Faith No More, Deftones, Evanescence, bandas de Black Metal muito muito tr00s, 80′s Goth, Medieval (ou música de duendes se você preferir), Britney Spears, Lady Gaga entre outros. Deu pra perceber que eu não tenho muito “não me toques” na hora de rolar o som no player. Pois então eu preciso compartilhar meus vícios com vocês :O

Atualmente tem sido o Rammstein. Bom, de tanto que eu falo no twitter vocês devem saber que eles lançaram um álbum no último dia 16. Não tá sabendo? Ok amigo leitor, eu te conto tudo.

O Rammstein é uma banda de origem alemã, nascida em Berlim. São seis caras absolutamente fora de controle fazendo um som que se parece com algo chamado de Metal Industrial (a música precisa de rótulos pra viver). Certamente é a banda que faz mais sucesso fora da Alemanha que canta na língua nativa.

15 anos depois de sua estréia, o Rammstein lança um CD que diz que o amor é para todos (tradução do nome do CD). Bom, se você olhar esse vídeo deles (e provavelmente você já viu, mas só pode ver se tiver +18), dá pra notar que eles estão realmente levando a sério. O single “Pussy” veio arrasando quarteirões e nesse ponto todo mundo concorda, achando o argumento (hehe) do clipe bom ou não.

Porém, a letra de Pussy pode ter uma interpretação bem váriada. tem quem leve ao pé da letra, e há quem diga que se trata de uma crítica ao turismo sexual na Alemanhã. Confira a tradução aqui.

O CD com um todo, perto do Rosenrot (que é um lixo), é algo espetacular. Se formos comparar com os outros, não supera Reise Reise e Mutter. Costumo não comparar trabalhos reentes com o Sehnsucht, acho ele muito diferente de todo o resto.

Till, Flake e Doom são os três integrantes que claramente mostraram uma evolução absurda. Me atrevo a dizer que Till está cantando muito mais que antes, até mesmo porque ele “falava” muito nas músicas. Se você escutar “Frühling in Paris” (Primavera em Paris) não vai discordar de mim. Flake definitivamente é o mais criativo, é sempre o cara que dá a diferença nas músicas com seus samples, vide Haifisch (Tubarão) e Mëhr (Mais). A bateria do Doom tem uma variedade incrível também. Sensacional. Quem fica devendo mesmo são os guitarristas, que parecem que não sairam da má fase dos últimos cds. Vai entender.

Algo que achei fraquíssimo no CD são os refrões. Praticamente são os títulos das faixas, uma ou duas músicas fogem disso. Mas a evolução das músicas é muito boa, com destaques pra Mehr, Rammlied, Frühling in Paris. Quando você sente vontade de cantar alto no meio da rua (aloks) deve ser um sinal. :P

O conteúdo lírico do cd é muito interessante também. As letras sempre abordam o amor de certa forma. Seja o amor vulgar de Pussy, o amor próprio em Rammlied, o amor doentio de Wiener Blut, o amor que atravessa fronteiras de Frühling in Paris, esse sentimento sempre estará lá.

Existem algumas faixas extras, mas aqui vou ficar devendo pois não ouvi ainda. Se você procurar na comunidade RAMMSTEIN BR, vai achar algumas opiniões bem bacanas de outros fãs.

Como um todo o cd é bem agressivo, mais pancada. E os momentos calmos são bem marcantes também, não dá pra ficar indiferente. Não é o melhor trabalho da carreira dos caras, mas sem dúvida é um grande retorno. A gente achava que eles estavam morrendo nos últimos anos.

Gente, eu ainda sou meio crua em resenhas de CDs, mas a prática leva a perfeição, então estou treinando. Em breve tem mais. Até.

20
out
2009

Depois da indicação dos amigos, das criticas que li, dos 3 Eisner Awards, não tem como não ficar curioso a respeito. Confesso que nem esperava que fosse ser lançado tão rápido (em relação ao período que comecei ouvir comentários sobre ela entre a galera, faz pouco tempo).

Pois bem, a finada Pixel Media havia inciado a publicação da HQ dentro da Pixel Magazine. Mas, pelo drama que houve com essa editora e com a venda dos direitos da Vertigo pra Panini (veja sobre isso aqui), a Y! The Last Man escrita por Brian K. Vaughan e ilustrada por Pia Guerra se tornou Y! O Último Homem: uma HQ dividida em 5 partes, R$ 16,90 cada uma.

E quem diria que seria uma jornada achar essa revista? A distribuição é setorizada, então eu só encontrei na Casinha das Letras. Ótima revistaria por sinal, recomendo. Lá sempre acho de tudo.

Então vamos a história em si. Lembrando que nunca li a HQ antes, e não me atrevi a pesquisar spoilers.

Y! O Último Homem é o tipo de HQ que transforma um mundo perfeitamente normal com algo átipico que ocorreu/ocorre em um verdadeiro caos. Esse tipo de trama desenvolve-se de tal forma que se torna um universo complexo, difícil e delicado. Watchmen faz isso e é muito genial. Logo Y! tem tudo pra ser também.

A morte de todos os seres do sexo masculino na Terra: quais seriam as reações? As consequências? O que seria de nós mulheres dentro desse contexto? Eu acho que Vaughan começou desenhando bem uma possível realidade nesse mundo absolutamente caótico.

O detalhe que mais me deixa angustiada são as situações das mulheres que tinham uma vida normal serem alteradas por catástofres de proporção mundial. Uma supermodelo se torna uma catadora de corpos. Mulheres arrancam um seio por um ideal insano. As únicas militares realmente ativas tentam dominar os estilhaços de um mundo em frangalhos.

E é nesse cenário que vemos um comportamento meio absurdo do único rapaz que sobrou no mundo: com a mesma petulância masculina de sempre, hehe, tomando atitudes robustas e um tanto inconsequentes nesse círculo caótico. Eu realmente fico apreensiva imaginando se isso fosse real: um rapaz cheio de juventude e ousadia no meio de todas as femêas que estão 24 horas de TPM. (e não é pra ficar?)

Outros assuntos abordados que também são muito oportunos na história são a mais do que controversa clonagem e a inversão de idéias e valores nessa altura do campeonato. É incrível imaginar como as pessoas são vulneráveis a adversidades e o que (quase) sempre fala mais alto é a sobrevivência.

Este primeiro número é o que traça o perfil da HQ. Desesperadora, aflitiva, ao mesmo tempo sutil, cheia de detalhes pra ler e reler. A sensação que eu tenho talvez seja um pouco diferente da sensação dos meninos que leem a HQ. Afinal de contas, a empatia pra mim nesse caso é muito mais fácil (apesar de eu ter a cabeça um pouco fora do normal das meninas por aí, as vezes sou muito moleque ahahaha).

Encerrando, só posso dizer que recomendo MUITO. Pelo menos o início é incrível, de uma perspectiva muito interessante. Estou aguardando o segundo volume quase roendo as unhas.

12
out
2009

Mas voce tá ficando bom nisso hein?

Aldo Raine e sua trupe de vingadores chega na tela do cinema pra acabar com a raça dos Nazistas franfarrões que dominaram a França e estão matando todos os judeus que aparecem na frente deles.

É sob essa premissa que Tarantino criou um dos filmes mais badass do ano: Inglorious Basterds. Sabe, o Quentin é um filho da mãe que consegue me deixar de queixo caído. Este filme é simplesmente o casamento perfeito da sede de vingança com a ironia. Apesar de ter menos sangue do que eu esperava, a violência do sarcasmo, a tensão das cenas de dialogo e as ótimas sacadas de um humor extremamente inteligente valem as quase três horas com a bunda na poltrona do cinema. Além de tudo isso, o poliglotismo (???) do filme me deixou mais apaixonada ainda por ter línguas que eu amo e que quero estudar ao longo da minha vida.

Uma coisa que eu quero deixar bem explicita aqui é a minha admiração pelo elenco. Sério, acho que não há nenhum papel que eu diga “desnecessário”. Porém, eu não posso deixar de comentar sobre 3 papéis aqui que realmente são espetaculares:

  • Hans Landa (Christopher Waltz): OMFG. Melhor. Ator. A atuação que esse cara deu ao Caçador de Judeus com cara de cachorrinho manso não está dentro da minha compreensão. A personagem é muito rica, claro, a idéia do Tarantino aqui foi fundamental. MAS realmente não poderia ser qualquer um pra dar o sopro de vida pro Landa. Em primeiro lugar: ele fala 4 línguas perfeitamente bem. Além disso, o timing perfeito dos longos diálogos do filme (que ele sempre está, lógico), momento em que a personagem expõe seu lado curioso e sua malandragem de raposa, deve-se muito ao ator. Fiquei pasma. Fuçando, vi que ele está no elenco em um filme dirigido pelo Gondry. Outra coisa que estou doida pra ver.

  • Aldo Raine (Brad Pitt): Ah, Brad Pitt. Que sotaque belíssimo do Tennessee. Ok, falando sério agora: o melhor toque comico do filme todo. O jeito dele me lembrou um carioca malandro + o sangue nos zói de um polícial do BOPE. Ah, que comparação ridícula. Enfim, o que importa é que nada poderia ser mais engraçado no filme do que ele falando italiano. Um dos caras badass de estimação da minha vida, junto com o Stallone Cobra, por exemplo.
  • Donny Donowitz (Eli Roth): Por que ver Donny matando alguém com um taco de baseball é como ir com Donny ao cinema. O que me surpreende é a versatilidade do Eli Roth. Eu vi sangue nos olhos dele, EU VI! Um ódio sem tamanho na cara dele metralhando, batendo com o taco de baseball. ANIMAL. Eu leva pra casa e criava no quintal pra me defender, de tanta raiva que ele tinha no coração. Eli Roth destruiu, e a menção aqui é especialmente pelo fato de que talvez ser ator aqui é só uma das facetas dele.

Mas de resto, o elenco todo me deixou de queixo caído, principalmente pela sintonia.

Quanto a narrativa, tem o estilo Tarantino total: desapego, sarcasmo, humor negro, ironia. Sem falar que esse filme é a resposta dos sonhos de muitas pessoas que foram prejudicadas pelo nazismo. Quer sair do cinema falando “OMFG”? Vá assistir Inglorious Basterds ;)

10
out
2009

Antes de tudo, se você não conhece, veja o trailer: sem preconceitos e sem opinião formada, sem expectativas.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=d1_JBMrrYw8]

Esse é o primeiro filme de grandes proporções que James Cameron faz depois de Titanic. Não sei se vocês perceberam, mas ele não é muito chegado a orçamentos baixos e humildade. Mas ok, pra Avatar a gente deixa.

Especulações sobre esse projetam rolam desde de 2006, quando Cameron falou da primeira vez desse filme para alguns sites. Pode fazer um tempo já, mas realidade é que o diretor sonha com esse projeto desde que finalizou Titanic, porém não iniciou porque não havia a tecnologia necessária na época.

Alguns “Senhor dos Anéis” depois, o diretor de Titanic voltou a sonhar com o projeto.

Trata-se de uma ficção científica interplanetária bem complexa. Com o Sigourney Weaver, Michelle Rodriguez e Sam Worthington no elenco, o filme se desenrola na lua Pandora, que é habitada pelos Na’vi (raça humanóide de cultura e costumes completamente diferentes). Lá, terráqueos chegam em uma expedição para descobrir o planeta. O Omelete tem uma sinópse espetácular sobre o filme, bem mais completa. Se você estiver a fim, clique aqui e leia.

Mas o filme tem gerado um grande buzz mesmo por causa da tecnologia: o 3D será levado ao extremo nesse filme, e técnicas ultra avançadas aliadas ao cinema que suporta o 3D. Muito pouco se sabe do resultado final disso, mas alguns sortudos tiveram a chance de ver o trailer em IMAX no Avatar Day, que aconteceu no dia 22 de Agosto.

O que se debate muito sobre filmes em IMAX é a volta das pessoas ao cinema, e a reinvenção dos filmes. E aí que está o ponto em questão de Avatar no cinema: teria este filme o poder de trazer um público maior de volta ao cinema? É o que veremos.

Eu sinceramente ainda não assimilei a idéia do filme, e as suas proporções. Acho que estou fazendo esse post pra tentar entender a possível importância desse filme. Estudando o assunto mesmo.

A estréia do filme é dia 18 de Dezembro e é um fato que estarei lá pra ver e tirar minhas conclusões.

6
out
2009

Quem gosta de alguma coisa de Sandman, por exemplo, sofre na mão das editoras nacionais. Conrad, Pixel, Globo, enfim. Todas elas publicaram volumes relacionados a ao selo Vertigo, mas a coisa nunca foi muito pra frente.

O último e decepcionante fiasco foi a Vertigo (e a Wildstorm) nas mão da Pixel Media. O que eu conto aqui é uma expêriencia muito triste pra quem é fã de Sandman e deseja que a obra seja tratada com carinho.

Dave McKean para Sandman

A Pixel desenvolvia um trabalho muito bom com os títulos que abraçava: Spawn, Hellblazer, Preacher e, lógico, Sandman. Com Sandman a coisa estava muito animadora: começaram a lançar a versão Absolute da coleção, rechada de extras e comentários. Só que na ponte entre o vol. 2 para o 3 a Pixel encerra as atividades e deixa todos os leitores NA MÃO. Eu tenho só 2 volumes de Sandman Absolute em casa e nada poderia ser mais triste do que isso. Mas, certamente, o que nunca mais vai acontecer é o lançamento da coleção no mesmo formato, porque ele era beeeem diferenciado. Aí fiquei a ver navios, eu e todo mundo da comunidade no Orkut que hoje se chama “Tudo Acaba em Pixel

Depois de meses de desesperança, uma ótima notícia veio a tona: a Panini comprou os direitos da Vertigo e da Wildstorm e vai lançar tudo no Brasil *_* E isso ínclui coisas novas, como por exemplo o celebradíssimo Y! The Last Man, que ganhou 3 Eisner Awards (não é nada fraco, né?). Estava no aguardo por novidades.


Clique na imagem para entrar no hotsite

E não é que hoje o twitter oficial da Vertigo/Panini anuncia que o site está no ar e que já tem coisa nova nas bancas? FALECI e EMPOBRECI. Além do site ser ótimo, lotado de informações úteis e curiosidades, a editora já vem destruindo anunciando 7 títulos:

  • A Tessalíada (do universo Sandman),
  • Escalpo
  • Hellblazer (Constantine *_*)
  • Lugar Nenhum
  • Vikings
  • Y!, O Último Homem
  • ZDM – Terra de Ninguém.

Parece que realmente vai ser feito um trabalho com muito carinho. Mas espero que as coisas sejam diferentes e que a Panini quebre a maldição de FAIL que a Vertigo tem no Brasil.

2
out
2009

Aí você ficou sabendo que ano que vem uma das histórias mais clássicas dos últimos tempos vai se tornar um filme dirigido por Tim Burton. A empolgação é geral, todo mundo comenta que já está reservando seu lugar lá na fila do cinema, acampando pra estréia. Mas aí, meu amigo e minha amiga, você só sabe quem é a Alice de ver em festas a fantasia e na lancheira da sua sobrinha, quem sabe até viu um desenho dela passando na TV, e não faz a menor noção do que se trata. No máximo acha que o cara que criou a personagem usou muitas DORGAS. O fato é que se alguém falar com você sobre o assunto você vai pensar: FODEU.

Entei Ajuda

Esse post é básico e vai te ajudar a entender melhor quem é essa tal de Alice.

Pra começar: quem foi que criou a Alice?

O nome dele é Charles Lutwidge Dodson, Lewis Carrol era só um pseudônimo. Ele é um inglês, falecido já faz um tempo. Além de escritor, ele era professor, ilusionista, tinha interesse por fotografia e praticava essa arte em seus primórdios, desenvolvia jogos e brincadeiras relacionadas a lógica e apreciava a arte em geral.

A inspiração para Alice apareceu em uma passei de barco: ele estava com uma menina chamada Alice e suas irmãs. Durante o passeio, Lewis contou uma história para elas . As meninas gostaram tanto, que pediram para ele transcrever a história. Hoje conhecemos esse conto em dois livros, que são as suas obras mais conhecidas.

Livros? Que livros?

Lewis escreveu dois livros: Alíce no País das Maravilhas (1865) e Alíce no País dos Espelhos (ou Através do Espelho)(1872).

Nos dois livros, Alice entra em um mundo surreal, povoado de criaturas estranhas, e vive aventuras cheias de conflitos e coisas sem sentido. No País das Maravilhas, ela cai dentro de uma toca de coelho e desvenda um mundo de proporções totalmente diferentes do que ela estava acostumada. Já no País dos Espelhos, Alice mergulha em um espelho e tem que achar a Rainha Branca, mas para isso tem que vencer um Jogo de Xadrez de proporções e consequências bem reais.

Ilustração original dos livros

O sucesso se deve ao ritmo da obra: foi provavelmente um dos primeiros livros com um contexto surrealista e inspirou muitos dos escritores de hoje em dia. Além disso, muitas anedotas, questões de lógica, assuntos político-sociais e sobre a natureza humana também são possíveis de interpretar nos livros.

Eu já vi um desenho dela por aí, onde eu vejo? Tem mais alguma coisa dela pra Tv ou Cinema?

O mundo da Alice foi reproduzido de várias formas já. Além do livro ser relançado diversas vezes e ter sido traduzido em mais ou menos 50 linguas, existem filmes, desenhos, e muitas outras coisas relacionadas a esse universo. Pra ajudar um pouquinho, e como estamos falando de um filme, vou citar a filmografia:

  • Alice in Wonderland (1903) : faz tempo. Essa adaptação da história foi desenvolvida para o cinema mudo. Foi dirigido por Cecil Hepworth e estrelando May Clarkno papel de Alice.
  • Alice no País da Maravilhas (1951) : esse daqui é o desenho que você já deve ter visto na TV. É uma animação clássica da Disney, passou muito no SBT já. Eu me lembro como se fosse ontem quando eu assisti na noite de Natal. O longa metragem demorou 15 anos para ficar pronto. Sim, 10 anos de pré produção e cinco de animação pura. O filme é tão célebre que até Vinicius de Moraes participou da dublagem para a versão brasileira.
  • Alice no País das Maravilhas (1999): Essa adaptação conta com a Whoopi Goldberd como o Chesire Cat. Medo.

Longa metragem animado da Disney

Mas porque o todo mundo fala tanto sobre a direção desse tal de Tim Burton ?

Porque Tim Burton é FODA. De Vincent a Sweeney Todd, dá pra notar que um pé do diretor nas trevas faz toda a diferença em seus filmes. E ele é o rei do Stop Motion, arte que ele ama e faz até hoje com muito carinho. Entra aqui no IMDB e dá uma olhada em todos os filmes maravilhosos que ele fez. Com certeza algum desses você já viu e amou.

Então qual é a grande novidade em relação a esse filme que será lançado ano que vem?

E aí que está a graça (ou desgraça) da coisa: Tim vai dar uma roupagem, uma visão bem diferente do que estamos acostumados em relação a Alice. Tim Burton é trevoso, e pelo trailer (que você vê logo abaixo no post) ele pode até desagradar muita gente por ter esse tipo de abordagem. Mas sinceramente me agrada. Eu gosto muito desse tipo de reinvenção de clássicos, mas desde que seja feito direito. E eu vejo que tem muita gente que ama, já que existem tantos artworks pela rede com a Alice ensanguentada, a Alice sexy, e esse tipo de inversão de personalidade. Acho válido.

Alice de Tim Burton

Mas o que realmente impressiona é o projeto gráfico do filme. Além de misturar o real com a tecnologia 3D que foi usada em Beuwulf (história de Neil Gaiman, meu ídolo), a caracterização excêntrica ficou muito divertida e com a marca de Tim Burton. A Rainha de Copas com uma cabeça gigante por exemplo. Então galere eu estou aguardando algo sensacional. Vocês concordam comigo?

http://www.traileraddict.com/emd/12574

Então até 2010 na estréia.

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