6
set
2010

Sabe, quando li Kick Ass no começo desse ano (aliás, farei um especial só sobre essa série aqui em breve), fiquei com uma palavra só martelando na cabeça: loucura. E foi por causa disso que eu comecei a acompanhar as novidades do filme e aguardei ansiosamente a publicação do último volume (que é sensacional).

Eu acho válido esse tipo de doença da cabeça em quadrinhos, por isso que eu gosto muito do Mike Millar e depois de Kick Ass ele ganhou uma fã. E acompanhando as últimas no Bleeding Cool fiquei sabendo do lançamento de Nemesis, sua nova Graphic Novel.

Muitos sites por aí andaram descrevendo o personagem como o Batman malvado, ou até mais: a mistura do Batman com o Coringa. Aí você se pergunta: WTF? Mas nem tem como negar ao ver essa primeira ilustração que saiu pra divulgação da personagem:

Nemesis de Mark Millar

Aliás, o próprio Mark Millar disse que a premissa básica era essa: e se misturassem o poder aquisitivo e obstinação do Batman com a criatividade doentia e a maldade do Coringa? Mas o verdadeiro OMFG de tudo isso é: ele está escrevendo essa história pra MARVEL. AHAHAHAHAHAHAHA. (Se você não entendeu: Batman e Coringa são do Universo DC, concorrente direto da Marvel). Mas ele é malandro e faz muitas manobras pra ninguém ter coragem de processa-lo: está leiloando o nome real dos personagens secretos da história e toda renda arrecadada será doada ao Haiti. Genial.

Então, no último 24/03 finalmente foi lançado o #1 de Nemesis. Mais uma vez o @Andresama salva o mundo e me passa o link traduzido do primeiro volume. E veio prometendo algo realmente difícil: fazer Kick Ass parecer um monte de merda. Então vamos as considerações:

Nemesis de Mark Millar

De ínico a gente vai direto pro Japão dar logo de cara com o desfecho do assassinato do Jogador #1 com um clima totalmente terrorista provocado pelo Nemesis. Realmente o traço da personalidade louca e sádica do Coringa está ali debaixo daquele uniforme todo branco, que contrasta com a idéia de um vilão psicopata. Posso dizer? Eu dei MUITA risada ahuhuahua Afinal, eu fiquei muito pasma com a sequencia dos fatos e pelas artes do McNiven que não poupam o leitor de tripas e de sangue. E é assim que a gente gosta de ver.

Apesar do começo ter me agradado por ser absolutamente doente, o resto me deixou um pouco decepcionada. Logo em seguida Nemesis começa a sua empreitada na América com um policial de grande destaque em Washington. Ele, que é o jogador número 2, não me passou muita confiança por toda aquela credibilidade que lhe é dada, não me parece o personagem ideal pra ser antagonista do Nemesis. Só me lembra um almofadinha velho.

E por fim, só pra confirmar as minhas impressões sobre o almofadinha americano, Nemesis sequestra um avião de uma pessoa bem importante em pleno ar (?!) e desafia a nação americana inteira. Aí eu já achei demais, Millar infelizmente peca pelo excesso aqui. Eu entendo as críticas negativas que Nemesis recebeu lá fora por causa dessa parte em especial.

Nemesis de Mark Millar

Resumindo: Nemesis ainda pode dar certo, apesar da estréia ser um pouco menos do que eu esperava. Mas tenho que dizer que as artes estão ótimas, com cores lindas e muito bem definidas. Gosto muito do rosto escondido do Nemesis, ele deve ser bonitão e isso só melhora a personagem ahahah :x Porém senti falta de outras personagens mais bem definidas e não tão sem sal.

Kick Ass ainda é melhor que Nemesis, vamos ver se a gente muda de idéia com o lançamento dos outros números.

10
set
2010

Grandes lendas não morrem nunca, só mudam da Terra 1 para a Terra 2. Dick Giordano atuava na industria dos quadrinhos desde 1952, e deixou o mundo neste último sábado (27/03) em decorrência de uma leucemia que foi agravada pelo quadro de pneumonia que acometeu ele, com 77 anos. O seu nome está vinculado com nada mais nada menos que Batman, Superman, Arqueiro Verde, Lanterna Verde e Monstro do Pântano. Continuou exercendo sua paixão, o desenho, até mesmo doente. Mas seu legado fica com a gente aqui.

Dick Giordano

10
set
2010

Como é bom começar a semana bem, e por isso esse post vem cheio de novidades weeeee.

Em primeiro lugar, acho que vocês podem notar que o Gatos e Cérebros está mudando a sua cara aos pouquinhos, eu dei uma boa reformulada no blog esse fim de semana e faltam só alguns detalhes da arte pra terminar. Aviso quando estiver finalizado.

gatos e cérebros

E em segundo, e não menos importante, lugar eu venho dizer com o maior orgulho DO MUNDO que sou uma colaboradora do blog Revista que Amamos. É o MELHOR blog sobre a Playboy que existe e foi uma das grandes inspirações do Gatos e Cérebros.

revista que amamos

Lá eu vou comentar um pouco sobre o universo da Playboy do ponto de vista feminino como um todo: comentarei as edições, os acontecimentos e tudo o que me der na telha. Já tem um post meu lá, o “Será que toda a nudez é condenável?“. Queria agradecer pelo convite o Leandro Mendes e o André Porto pelo espaço, cuidarei direitinho :)

Larissa Palmieri
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1
set
2010

Natalie Shau é uma desenhista da Lituânia. Seu trabalho surreal não é apenas na ilustração, entretanto. Ela faz manipulações digitais muito boas também. Ela tem um estilo bem definido, com referências do universo feminino que vão do religioso ao macabro e até mesmo um pouco oriental. (esses olhos grandões não lembram mangás as vezes?). Ela já fez trabalhos para a Vogue, Island Def Jam, Ogilvy & Mather, Sony BMG, Century Media, Nuclear Blast, Trisol.

Natalie Shau

Veja o portfólio dela aqui

Vi no Petiscos

10
set
2010

Milhares de anos depois de lançar o single, finalmente a banda que é formada pelos ex-membros do Evanescence + Carly Smithson (ex-American Idol) estreiou o clipe de Bury Me Alive numa premiere exclusiva na Aol.com

Veja o clipe, amiguinho:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=MM2LTGk_oU8]

Como você pode perceber, o clipe é uma tradução quase literal da música. Uma moça é velada e acorda dentro do caixão, logo o clipe todo mostra a agonia de ser enterrado vivo. A sacada fica pro final, quando nota-se que a moça que está com o rosto coberto é a mesma do caixão. Ficou bem nítido que é como enterrar a parte boa de você mesmo. Se não fosse a bela fotografia e os interessantíssimos enquadramentos e travelings, teria potencial pra ser meio cafona.

Essa moça loirinha é a mesma atriz que fez a Goldie de Sin City, a Lorelei de The Spirit, estava em Fanboy, Pearl Harbor. Ela não atuou somente no clipe, como trabalhou na produção e na direção e na concepção da idéia. Um multitalento.

As cenas da banda, que passam paralelamente com as cenas do velório / enterro são muito bonitas. A Carly Smithson tem uma ótima presença, bate cabelo e lembra a vocalista do Lacuna Coil (Cristina Sccabbia) as vezes, bem mais do que a Amy Lee. Sem falar na banda, que finalmente aparece nos clipes com closes e performance solo (isso não acontecia no Evanescence). O cenário, que é uma camara funerária, uma cripta, sei lá, deixou o clipe todo muit tr00, trevoso e gótico. Eu gosto demais disso HAHAHAHA. Mas ao mesmo tempo ficou bem luxuoso, pois o lugar é LINDO.

Mas acho que gostei principalmente do clipe por ser de baixo orçamento: olhem os figurinos e os cenários. A pós produção também ajudou, mas definitivamente não parece que foi feito com poucas provisões. Eu ainda gostaria de saber quanto foi o valor da produção, se alguém souber…

A banda também fez o primeiro show essa semana em Londres, mas parece que não há muitos vídeos de boa qualidade por aí pra vermos se as músicas são boas. Aguardemos.

10
set
2010

Não sou do tipo que se comove fácil com pessoas que são obstinadas com algo relacionado a fé em geral, já tive experiências substânciais pra saber que a verdadeira felicidade você só encontra quando é livre. Mas, por incrível que pareça, me surpreendi com o que vi ontem na tela do cinema. Achei bonito.

A película conta a saga de um homem chamado Eli, que tem como missão de vida atravessar o Estados Unidos sozinho num mundo devastado por uma guerra e por uma catastrofe solar. Tudo isso por um livro que vale muito, mas que inicialmente a gente não tem a menor idéia do que é. As coisas, entretanto, fogem um pouco do esperado por ele quando passa por uma colônia de sobreviventes do apocalipse e encontra pessoas que tem interesses similares aos dele, mas com propósitos diferentes.

Denzel Washington e Mila Kunis formam a dupla que protagoniza o filme, com uma sintonia absurdamente boa pra um par improvável e principalmente pra uma atriz que não tem um bom nível de atuação. Não se trata de amor, não se trata de amizade, é um sentimento indefinido movido por fé. Aliás, o filme todo parece ter sido movimentado por uma fé muito grande de quem o fez. Vale ressaltar que tem Malcolm McDowell no filme fazendo as caras do Albert Einstein.

O Livro de Eli é um filme com os sentidos apurados: sua fotografia é bem peculiar, com baixa saturação e muitos tons mais mortos como cinza e o bege do solo desértico predominante nas paisagens. A trilha sonora também passa uma sensação de nostalgia dos anos 80, me lembrando Blade Runner e Uma Odisséia no Espaço. Sabe aquele sintetizador que provoca um clima de suspense futurista? Esse mesmo.

Além de tudo nós somos presenteados com uma doce, porém pequena quantidade de humor negro bem sutil, além de cenas de luta e violência serem bem interessantes e tensas. Vale um highlight aqui, tem cenas de faroeste nesse filme, achei DEMAIS inserir coisas desse estilo no contexto, nunca vi nada assim antes. Só que não dá pra não notar que tem alguns furos de roteiro e em gráficos do cenário que não foram muito bem executados. Mas você até esquece desse detalhe quando se dá conta do desfecho.

Cheguei no Inferno e ninguém me contou. RISOS.

Aliás, o desfecho desse filme é algo que tenho certeza que deve dividir muitas opiniões: deve ter gente que achou sensacional e deve ter gente que achou WHAT THE FUCK. Eu gostei, principalmente por pensar que o quesito fé fez com que muitas coisas do filme acontecessem. A fé moveu montanhas ali, de fato. Olhando por esse lado, nada é impossível, então tudo faz um pouco mais de sentido.

É uma mensagem de fe bem interessante pros dias de hoje, até mesmo pra quem não acredita em nada.

10
set
2010

Sabe, a minha primeira experiência com o Constantine foi o filme com o Keanu Reeves, logo que saiu no cinema (oh, sim, eu leio quadrinhos de fato não tem muito tempo). E nessa época eu não tinha o vício em fuçar tudo o que me interessa até os mínimos detalhes e descobrir mesmo do que se tratam. Eu me conformei com o filme e aquilo estava bom e suficiente pra mim, mesmo lendo diversas reclamações sobre a profanação da personagem principal de Hellblazer que não tinha nada a ver com o Constantine do filme.

Ainda acho um filme muito bom, se vocês querem saber, mesmo depois desses anos todos (já fazem 5 ANOS, HALP). Mas né? A gente começa a crescer e ficar viciado em café, tem pouco sono e resolve ler quadrinhos e livros no trem e na cama antes de dormir, já que eu não tenho mais sono decente faz um tempo. Foi aí que eu me tornei mais curiosa ainda e mais viciada em informação.

Ok, aí estou em 2010 e a Panini lança um encadernado com duas histórias de Hellblazer. Muitos queridos por aí comentaram que o nível já foi bem melhor na época do Warren Ellis e na do Delano. Pois bem, eu ainda não li. Estava me lembrando, acho que a única coisa que eu realmente degustei de Hellblazer é aquela história caótica que está em Sandman, “Sonhe um Pequeno Sonho Comigo”, escrita pelo Gaiman. Gostei demais, apesar de ser difícil de digerir e Constantine estar mais vulnerável que o normal nessa saga por estar ao lado do Sonho e por se deparar com sua mulher Rachel, em frangalhos.

John é um cara perturbador, e só a sua ilustração nas páginas te dao uma inquietação ridícula, principalmente por causa daquele sorriso cínico. É a típica personagem que embanana a sua cabeça, que é necessário ler e reler pra tentar entender.

A primeira história de Hellblazer – Congelado é “Morto e Enterrado”. Não é mais do que um dia normal de John. Pra variar está no bar prestando atenção ao caos sutil ao seu redor. E nessa prelúdio que ele descobre seu próximo destino, para assim chegar em “Congelado”.

Parado no meio de uma tempestade de neve, os fatos ocorrem dentro de um bar de estrada, que serve como refúgio pra se aquecer. E a violência e a desgraça sempre acontecem perto de Constantine, é incrível. Mas devo dizer que ele também adora provocar e é bem petulante. Se você gosta de histórias realistas mas com um toque meio espiritual, Congelado é bem bacana.

E pra finalizar, o último arco do encadernado é “Almofadinhas e Ingleses”. Uma viagem ao passado punk e malandro de Constantine, e sua própria influência nos fatos. É bem mais engraçadinha e inconsequente que o tom normal exatamente porque é uma história fora do contexto do que conhecemos do Constantine, só me pergunto porque está nesse encadernado. Aparentemente não tem relação nenhuma com o Congelado, então fiquei sem entender.

Por fim: Congelado é muito bom. O arco é um tapa na cara no que se diz respeito a fé, principalmente. Só não é melhor por algumas coisas sem explicação (como Almofadinhas e Ingleses estar ali). A impressão do encadernado é muito boa, a minha veio sem nenhuma falha, sem dizer que a capa mais durinha cumpre bem a sua função e está firme e forte depois de alguns dias na minha bolsa. Vale a pena ter pra quem gosta :)

10
set
2010

Quando a gente vai no cinema tem dias que tudo está prestes a ser um EPIC FAIL. Nunca me esqueço de quando fui assistir O Hospedeiro e e tentei entrar com um milkshake escondido na bolsa. Ok, tem dias que todo mundo dá uma emburrecida e falha. O meu livro que estava dentro da bolsa cheira a milkshake do Bobs’ até hoje. Assim como quando fui ver Halloween – o início: o filme é uma MERDA (a versão do cinema é editada, não vi o filme completo) e a pipoca estava sem sal e fria. Posso citar também a minha ida ao cinema 3d pra ver Avatar, falei mais sobre isso nesse post aqui. EPIC FAIL.

No último domingo não aconteceu nenhum Epic Fail comparado a esses outros, mas a enxaqueca desgraçada que me deu não vai me ajudar a descrever esse filme com bons olhos.

Quando lançam um filme que faz sucesso e tem uma receita diferente e na medida do que o público em geral acredita ser bom (agradeçam o “acredita” a saga Crepúsculo), o que se nota, lógico, é uma tendência desvairada pra copiar essa receita. E pior: tentam inventar coisas e remodelar o original, o que se torna uma grande e miseravel falha.

Vírus (Carriers) é um exemplo típico de filme que sai diretamente da fábrica de filmes express (ou pelo menos parece que vem da mesma safra). Zombieland foi em geral um sucesso de crítica, e Virus foi sua cópia mal feita.

O filme conta a história de dois casais viajando juntos rumo ao litoral americano em meio a devastação de um virus mortal. Eles tentam seguir as regras a risca, mas ao mesmo tempo se divertir. Entretando um monte de percalços no meio do caminho frustram alguns planos e acabam infectando alguns deles. Resumindo: é um Zombieland TRISTE DEMAIS. Muito enfático nas relações pessoais, nos segredos e em tudo aquilo que é desconfortavel e triste. Ao mesmo tempo eles tentam se divertir horrores, mas é tão miserável e tão forçado. Sem falar na mudança de comportamente e em tudo o que eles fazem no meio do caminho e a falta de um desfecho que tenha algum sentido.

Sou bonito?

Um filme que leva o fim do mundo desse jeito triste mas que tenta ser descontraído não passa de uma forçação de barra imensa. Mas devo dizer que pelo menos uns bons sustos eu levei e tapei minha cara em algumas cenas de tensão. Acho que é o ponto alto do filme, por incrível que pareça. As atuações não são nada demais, mas cumprem o seu papel em frente ao filme que… bem não é tão legal a ponto de destacar qualquer um deles. De resto não acredito que agregue nada novo pra quem estiver confortavelmente sentado na sua poltrona…

Se você não tiver nenhuma opção, vá em frente. ;)

Larissa Palmieri
1
set
2010

Essa fotografa tem um estilo absurdamente incrível, posso até dizer que é um dos meus favoritos já postados. Brooke Shaden caminha num universo de contos de fada e feminino com um ponto de vista bem peculiar e impressionante. O uso da manipulação de imagens aqui é realmente a cereja do bolo, é muito bem executada. Vale ver cada uma das fotos em seu portfólio.

Veja o site dela e o blog.

Eu vi aqui

10
set
2010

E finalmente iamamiwhoami resolveu sair das sombras e subir um novo vídeo, bem diferente dos que nós vimos anteriormente.

Se você não sabe do que se trata, basta ver este post explicativo.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=M2WDbAFvt6A]

O título do vídeo é somente a letra “b”.

Imagens de um móbile, a face de um gato preto. A frase “To whom it may concern” colada na madeira. Mãos envoltas em plástico. Alguém vira a ampulheta para que a areia escorra. As mãos arranham a madeira e pousam sobre um teclado. Um gato em vez de miar, faz o som de um bode (aquele do primeiro vídeo). As mãos começam a tocar o piano e aí revela-se uma mulher loira envolta em plástico. E ela canta:

There it was, the love that I gave
We should pack our things and runaway,
Resting in quicksand,
Shoulder to shoulder,
Hand in hand,
Slowly letting go, take flight,
Let sadness take us into the light,
Take a deep breath as we go,
As we go…

(falta um trecho ainda aqui que eu preciso descobrir)

What a harsh and pleasant hello,
The paranoia I’ve learned to live with although,
I will never shape what’s there behind,
Your songs are still playing in my mind,
All the white only turns to blue,
Look after me and I’ll look after you
Take a deep breath as we go,
as we go.

Homens sentados em suas cadeiras, aparentemente apreciando a música a caindo de sono. Como se fosse uma canção de ninar.

Esse vídeo é o primeiro que tem mais de dois minutos e uma música completa, além de ter mudado bastante a linguagem visual. Pelo o que li, desagradou muita gente (principalmente os fãs da Christina Aguilera, que já tem quase certeza de que não se trata dela). Outros acham que existem diversas referências satânicas (AHAHAHAHAHA) nos vídeos e estão com medo.

Só sei que achei maravilhoso. A música é linda e extremamente sensível.

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