9
out
2011

Engraçado, eu ando bem offline esses tempos do mundinho nerd, e não vou dizer que é uma coisa ruim. Apesar de não estar por dentro dos lançamentos dos filmes, quadrinhos e coisas que amamos da cultura pop, eu ando me surpreendendo sempre que consumo esse tipo de produto. Não ir armada pra cinema com conceitos pré formados, e sem entender nada do background do filme te tira das costas um peso gigante, daquele que te permitem achar o que você quiser e não ter a responsabilidade de ser um critico fodão de cinema. É como voltar as origens e ir ao cinema simplesmente por se divertir e escrever as resenhas pra se divertir.

Sempre que falo nisso me lembro dessa resenha de Atividade Paranormal (que por alguma razão bizarra está com as fotos trocadas), em que eu dou risada até hoje do meu medinho desnecessário.

Mas agora chega de lenga lenga, e bora tirar essa poeira de cima do Batcat ali em cima do blog.

Source Code - Contra o tempo - Jake Gyllenhaal - poster

Contra o Tempo (Source Code, 2011) parecia a única opção viável do cinema esse final de semana aqui na região onde moro. Eu tenho uma grande resistência com filme feitos por estrelas recém paridas de Blockbusters adolescentes, e um desses filmes contava com o lobo de Crepúsculo. O resto dos filmes não eram muito atraentes: filmes nacionais, comédias romanticas irritantes, Conan, enfim. Tava difícil. Queria mesmo ter visto Cowboys vs Aliens, mas perdi o prazo do filme. O único filme que restou foi Contra o Tempo, cujo o trailer parecia bem dinâmico e tenso.

Com o Pricípe da Pérsia, Jake Gyllenhaal no papel principal como o capitão Colter Stevens, vamos a uma viagem sem muitas explicações em um trem que segue em direção a Chicago. Ele está acompanhado de uma moça até então desconhecida sem entender muito bem a situação. Quando finalmente se dá conta, o Capitão, na verdade, está no corpo de outra pessoa e em uma situação completamente fora de sua realidade. Em pouco tempo o trem explode e ao contrario do esperado, ele não morre, mas vai para uma outra realidade. Lá ele tem contato com pessoas de um setor de inteligência militar, e finalmente começa entender a sua importância para salvar milhares de pessoas.

O filme em si é mais um filho da tendência que A Origem lançou nos cinemas, os jogos mentais de suspense. Geralmente esse tipo de filme tem uma tendência gigantesca em falhar, como eu mesma já contei tantas vezes aqui no blog. Lembra do filme Vírus? Mas a sorte é que dessa vez o filme faz, em boa parte, o seu papel de ser um bom filme e deixar toda a platéia bem tensa. A história do Capitão é não é contada daquele jeito feijão com arroz, mas sim como um bom filme de suspense deve ser. Acho, porém, que o grande trunfo do filme é lidar com o tempo. Quanto mais os minutos vão passando mais tenso o público fica.

Source Code - Contra o tempo - Jake Gyllenhaal

Olha, nunca fui muito fã do Jake Gyllenhaal, a não ser em Donnie Darko, mas nesse filme ele está bem ao lado da Michelle Monaghan. Eles fazem um casal bem interessante, apesar do aspecto quase robótico dos atores de dentro do trem em boa parte do filme. Foi inevitável pensar que deve ter sido bem desafiador, pra não dizer chato, fazer tantas cenas parecidas para o mesmo filme. Mas isso não transparece nas telas. Uma outra coisa relativamente sem importância que eu gostei muito do filme são as tomadas aéreas da cidade de Chicago. é uma cidade linda demais vista de cima e extremamente interessante.

Source Code - Contra o tempo - Jake Gyllenhaal e Michelle Monaghan

No mais, Contra o Tempo é um suspense bem tenso, só se perde um pouco nas explicações finais. Mas nada disso estraga a experiência e a diversão que todo filme deve proporcionar. Tudo isso se torna extremamente relevável quando você descobrir que o diretor desse filme, Duncan Jones, é ultra novato e só tem mais um longa na sua lista de filmes, o Lunar (2009). Ele é filho do David Bowie, o que pode explicar o talento dele. Acho que podemos esperar muitas coisas bacanas da autoria dele em um futuro próximo.

Não posso deixar de dizer que senti uma certa identificação com o filme. Tem muito trem, e eu já andei o suficiente em alguns pra achar que qualquer hora eu posso explodir dentro de um ahahahah. Acho que cheguei a sonhar com isso, mas não tenho certeza. ;)

18
jul
2011

É hoje que o bicho pega.

E que bela forma de elogiar um dos grandes clássicos de terror do cinema. Além do conceito do produto a ideia sem noção nenhuma é sensacional.

O anúncio é uma produção de Filmakademie Baden-Württemberg para a marca Dirty Devil.

Dica do @felixpsh – que também tem um blog bem bacana, o Digifilia.

18
jul
2011

Muita gente está me perguntando sobre isso no twitter, então resolvi postar!

Avengers - teaser trailer

Algumas pessoas já tiveram a oportunidade de assistir as cenas pós créditos do filme Capitão América, e a grande surpresa dessa vez é que se trata do trailer da grande reunião dos heróis da Marvel: The Avengers, ou Os Vingadores se você preferir.

Então, para alegria geral da nação, este é o trailer com melhor definição que eu consegui encontrar até agora! E corre, senão vão tirar do ar.

Créditos ao @PdePenguim que postou o link ontem a noite para o ComicBookMovie.com

25
fev
2011

Quem nunca sonhou em poder realizar a sua versão dos sonhos para um filme de um determinado personagem? Essa vontade geralmente aflora forte quando nos deparamos com filmes questionáveis como X-Men Origins : Wolverine. Não preciso nem entrar em detalhes então se formos falar do Lanterna Verde que irá sair esse ano, que vai levar um pau do longa produzido pela Marvel do herói Thor.

Falando em Wolverine, todo mundo está curioso pra saber com o diretor Darren Aronofsky, que concorre ao Oscar em algumas categorias com seu filme Black Swan, vai conduzir o novo longa do mutante mais parrudo de todos os tempos. Enquanto a gente fica aqui na expectativa, um cara chamado Gary Shore não se aguentou de ansiedade e resolveu fazer seu ponto de vista para o que seria uma sequencia da franquia Origins:

Wolverine Vs The Hand from Gary Shore on Vimeo.

Eu vi no Splash Page
Com ilustrações ABSURDAS de realistas, mas mesmo assim cheias de efeitos especiais, Shore fez um trabalho muito interessante de animação, lembrando muitas vezes as motions comics, mas com um jeitinho mais realista. Um mini fan filme lindo pra ver várias vezes seguidas <3

9
fev
2011

Que todo mundo sabe que Resident Evil é uma franquia absurdamente FAIL no cinema é óbvio. Mas não dá pra negar que o último foi um dos melhorzinhos. Depois que vi o filme ouvi MUITAS vezes a trilha sonora, essa sim é muito boa. A dupla Tomandandy mandou muito bem. Então pra animar a sua tarde vou deixar esse lindo vídeo com a cena de abertura do quarto filme da franquia, Resident Evil: Afterlife , que dizem por aí que é espetacular em 3D. Mesmo sendo uma cena simples no 2D eu gosto muito também. Sabe como é, Japão, zumbis e sapatinhos vermelhos são coisas lindas.

Coitado do japonês.

5
fev
2011

Este final de semana finalmente vai pousar em nosso solo o tão comentado filme do diretor Darren Aronofsky, Cisne Negro. O filme, que vem arrebatando diversos prêmios de aqueciemento do Oscar como o Globo de Ouro e o SAGs, principalmente por causa da estrela principal Natalie Portman. Mas eu, que sou muito bandida e extremamente impaciente, não aguentei e já vi a película impressionante que. além de Portman. conta com Mila Kunis, Winona Ryder e Vicent Cassel.

Black Swan - Nina Sears

Desde o início sabia que Black Swan seria um dos meus filmes favoritos de 2010/2011. A identificação foi imediata por várias coisas. Além do diretor ter feito filmes incríveis que me impressionaram muito, eu também já fiz ballet quando criança. Claro que o mundinho elitista das bailarinas fica muito pior quando as meninas são mais velhas do que eu era, mas você é naturalmente educada a ter disciplina, ser magra, ser perfeita e ser a melhor. Tinha professora que sentava em cima das costas das meninas pra forçar a abertura do spaccata e não era difícil ver as unhas dos dedos dos pés das bailarinas machucadas, um anúncio para uma unha a menos nos dedos dos pés. Apesar dessas coisas, sempre levei comigo a arte e toda aquela magia que a dança tem o poder de oferecer. Expressão através de movimentos perfeitos. Se você assistiu sabe que eu não estou falando besteira. O que a gente vê ali na tela é um retrato puro do mundo do ballet e do ponto de vista individual de uma perfeccionista.

Black Swan - Nina Sears no palco

Nina é uma garota extremamente esforçada e tecnica em sua dança. Ela vive pra isso e todos os dias, acorda e dorme em função do ballet. Sua mãe, bailarina aposentada e frusdtrada, joga todas as suas expectativas e controla totalmente as ações da nossa heroína até então. Dessa mistura sai uma moça frágil, doce e submissa a perfeição. Porém tudo isso muda quando ela tem a chance de ser a protagonista de um dos mais clássicos espetáculos de dança do mundo na companhia de ballet em Nova York: O Lago dos Cines. Nessa história, explicada várias vezes no filme, uma princesa se torna um Cisne Branco por causa de uma maldição e só pode ser libertada por um grande amor. Quando a princesa está quase conquistando o amor de seu homem de desejo, sua irmã gemêa, que é um Cisne Negro, rouba o coração de seu amado. Tomado de um profundo desgosto, o Cisne Branco tira a própria vida.

O grande desafio de Nina não é a qualificação técnica para ser a escolhida. Ela precisa conhecer o lado do Cisne Negro: forte, sensual, explosivo, maldoso. Seu treinador força totalmente esse lado da bailarina, que tem dificuldade de responder. Ao mesmo tempo ela tem que administrar as rivais, que vão da bailarina aposentada a força e derrotada até a outra que tem o potêncial para tudo aquilo que Nina não consegue alcançar para ser esse Cisne Negro. Naturalmente, Nina não consegue ser esse Cisne, e é a partir daí que acompanhamos a saga mais aflitiva que já vi no cinema até hoje.

Cisne Negro consegue mostrar pra nós o limite da capacidade humana ao se entregar para algo. Todas as cenas desse filme são intensas e ricas em detalhes que, dependendo do que te deixa desesperado, vão te causar pesadelos a noite. Apesar de tudo não se trata de um filme de terror, como andaram anunciando por aí. É um mergulho em uma experiência pessoal que chega ao nível de paranóia total. A paranóia é tanta que a vivência dessa obssessão é distorcida e Nina é quase dividida ao meio pela própria mente.

Mas acho que a coisa mais incrível que a experiência que Aronofsky nos proporciona é a forma como isso é contado com ajuda dos detalhes desesperadores: na cabeça de Nina ela começa a se transformar em um Cisne Negro. E isso não é spoiler não, você pode ver no trailer. O clima vai ficando cada vez mais pesado, passando do limite do aceitavel mesmo. Algumas loucuras que acontecem realmente estrapolam o limite do bom senso, e isso deixa o filme melhor ainda. Claro que Nina é quase uma Maria Madalena sofredora nisso tudo, mas não tira o brilhantismo de Natalie Portman, que deve ter sofrido muito tanto com as aulas de ballet quanto na imersão de seu personagem se transformar em outra personagem, enfim. Mas a moça está ganhando suas recompensas: está levando todos os prêmios de melhor atriz e está grávida do coreógrafo que ensaiou o elenco do filme.

Enfim uma leva de filmes maravilhosos pra assistir, rever e fazer review. Aguardem no próximo post sobre cinema um filme que já foi mais descascado e saboreado do que laranja doce: A Rede Social.

30
jan
2011

Recentemente aconteceu uma coisa muito muito estranha comigo em relação aos filmes que são a moda da temporada: vampiros. Essa coisa estranha chama-se “assisti Crepúsculo” e ficou fácil entender muitas coisas e salientar muitas outras. Talvez essa experiência me ajude a falar sobre o filme de hoje, por incrível que pareça. Ou não. Hoje eu vou falar sobre a adaptação americana do filme Låt den rätte komma in (Let the Right One In), Deixe-me entrar.

Antes que me perguntem, a resposta é: NÃO. Eu não vi o filme original ainda. Dizem que é infinitamente superior do que a película que assisti ontem. Qualquer dia desses quando eu tiver tempo e espaço no meu computador vou constatar isso por conta própria, então não precisam me avisar sobre isso, já o fizeram várias vezes e conseguiram me deixar curiosa. Então vamos aos trabalhos de dissecação.

Com certeza, Let Me In era a única atração realmente convidativa desse final de semana. Todas as outras opções estavam me dando sono até de imaginar, afinal nem o Nicholas Cage se salva com o seu Caça as Bruxas. Além de tudo Deixe-me entrar conta com a incrível Chloe Moretz, atriz que vou ter orgulho de contar para meus netos que eu vi começando no cinema com 12 anos de idade. Essa menina é um fenômeno e extremamente forte psicológicamente. Seus papéis são super difíceis. Aposta certa, pelo menos pra mim. Nem vou entrar no mérito, de novo, que estou desatualizada e nem sei o que anda rolando na crítica sobre os filmes que estão estreiando. Então a crítica é pura, de verdade.

Deixe-me Entrar: Owen com faca e mascara

Quando soube que o filme envolvia crianças, eu fiquei apreensiva. É tudo muito delicado quando se trata de crianças. Mas pro meu alívio, pelo menos, o filme lida com pré adolescentes que estão numa fase de descoberta, transição e auto afirmação. Foi assim que fiquei um pouco mais confortável pra conseguir ver a vida de Owen (Kodi Smit-McPhee, que também fez um filme super triste ao lado de Virggo Mortensen chamado A Estrada) e todos os seus segredos de voyer e projeções violentas de coragem. Não é a toa: o menino tem uma família desestruturada e sofre constantes violências físicas e morais no colégio aonde estuda. Mas a vida de Owen muda completamente quando o apartamento ao lado do seu abriga uma nova família.

Owen se impressiona com a excentricidade da garota que mais tarde viria a descobrir que se chama Abby, que se muda com o pai ao apartamento ao lado. Apesar do frio absurdo, a menina anda descalça na neve e não é vista durante o dia. Logo, o excluído e a estranha tornam-se amigos pela identificação de estarem no mesmo patamar, mesmo que em contextos diferentes. As coisas nunca mais foram as mesmas desde então. Uma série de assassinatos ocorre com pessoas da cidade ao mesmo tempo que entendemos a natureza real de Abby e como relacionamento entre ela e Owen amadurece.

Deixe-me Entrar: Owen e Abby ensanguentada se abraçam

Aqui descobrimos aque a condição de vampira sanguinolenta e imortal não mudou a essência de uma menina de 12 anos. Apesar da maturidade, a personalidade doce é predominante mesmo sendo usada como máscara. Claro que ela não é inocente e tem seus meios de arranjar a sobrevivência, tornando essa pureza aparente a sua arma principal para poder viver diariamente sem ter que sacrificar tanto.

Paralelamente vemos o descaso dos pais de Owen, que colocam suas questões pessoais como casal acima das necessidades do filho, e a luta diaria que ele trava na escola contra a sua própria fraqueza e contra o ódio crescente e gratuito de um dos meninos opressores que chega a lhe ameaçar de forma que pode ser considerada criminosa. A transformação de um ser frágil a alguém que começa a não medir as consequências do que faz por simplesmente não entender nada da vida mostra-se cada vez mais acentuada, mas não na hora de enfrentar seus inimigos, e sim o que mais lhe importa no momento.

Uma coisa que me deixou extremamente impressionada nesse filme são os flashes de humos negro e sutil no meio de cenas tão tensas e emocionalmente delicadas. Uma quebra de emoções lineares que é tão bizarra que eu não estou acostumada ainda. Além de tudo o enredo nos guia ao patamar de entender como o encanto que pode se desenvolver por alguém é maior do que o nosso senso de certo e o errado, mostrando que esse conceito é completamente volúvel e adapta-se a conveniência de cada um.

Definitivamente esse é um filme pra ir assistir de braços abertos, cabeça aberta e com muita empatia. Não adianta rir do que é engraçado, somente. Pra Deixe-me Entrar fazer sentido na sua cabeça é preciso ser alguém aberto ao entendimento do anormal e do que está deslocado do fofo e do comum. Fica a dica pra teruma ótima experiência nas telas.

23
jan
2011

Aproveitei um suave momento de folga pra compartilhar com vocês a minha opinião sobre as escolhas de Nolan e seu time para o próximo filme do herói mais legal do mundo, o Batman. Eu sinceramente estou pouco me ligando pro fato de que muitas pessoas não concordam comigo. Batman é amor e sempre me acompanhou soturnamente durante a vida, seja nos filmes toscos e antigos (menos os do Tim Burton) ou nos desenhos exibidos no SBT. Quadrinhos mesmo vieram mais tarde, por vontade própria e com consciência de que o batman é o mais legal de todos por não ter poderes (só dinheiro) e combater o crime por vontade própria.

Bane e Mulher Gato em A Queda do Morcego

Quando nós falamos de filmes do Batman hoje em dia a maioria do público chega em um nível de confiança extremo por causa de Christopher Nolan, o mais novo queridinho do cinema do cinema nerd por suas últimas obras: Batman Begins, Batman The Dark Knight e o mais recente Inception. Quantos comentários eu ouvi de que Inception é o melhor filme de Sci-Fi da década. Nem cheguei a fazer resenha sobre o Inception aqui na época em que assisti pois eu ainda não assimilei o filme. Eu não sou tão inteligente quanto vocês e ainda não enxerguei a genialidade desse filme LOL.

Mas é incontestável a qualidade do trabalho realista que o Nolan faz com os filmes do Batman. Fica bem claro pra mim inclusive que essa é uma das maiores dificuldades na hora de escolher quem fará parte da trama. A maioria dos vilões do universo de Gotham City são super caricatas, então com certeza é necessário leva-los a outro nível, sem perder os traços psicológicos. Mesmo com tantas opções doentias powered by Arkham Asylum.

Levando isso em conta, a minha surpresa ao constatar quem era o Bane, porque até eu lembrar quem era demorou, e que ele foi escolhido foi enorme. Bane é um troglodita literalmente bombado que fez as suas vezes de escravo da Hera Venenosa em Batman & Robin, quer dizer. Nos quadrinhos eu ainda não li nada com o Bane, mas algumas pessoas disseram que o grande momento do personagem foi em A Queda do Morcego, saga em qual Bane tem um grande momento como estrategista e manipulador. Todos esperamos que Nolan explore essa vertente do personagem do cinema pra que o filme seja vitorioso em seu propósito. Vale lembrar que a escolha de Tom Hardy, que também estava em Inception, pode ter sido contestada por muita gente, mas vou postar aqui o trailer de Bronson no qual o ator faz o personagem principal, pra você não duvidar do potêncial do cara.

Já no caso da Mulher Gato, a escolha da vilã clássica não surpreende apesar de sempre ser um grande sucesso. A vilã felina é sinônimo de problemas de todas as naturezas na vida do nosso querido Cavaleiro das Trevas. Apesar de achar que a personagem já foi explorada demais no cinema e que e talvez nós precisamos de frescor nas telonas, é certeza que teremos mais alguma cena clássica da história da sétima arte com a personagem no próxima longa. Só fico me perguntando mesmo qual é a capacidade de Anne Hathaway pra essa personagem. Nós não conhecemos o lado malvada da atriz, sempre metida em filmes de adolescentes, princesas e coisas de menina. Se Anne for bem sucedida nesse papel realmente ela será elevada a um outro nível.

Anne Hathaway como Mulher-Gato

A pergunta que deixo pra vocês, por enquanto, é: será que Nolan, apesar do trabalho incrível, consegue repetir o sucesso do Coringa e levar seus atores ao extremo de suas capacidades de atuação? E mais: Será que o filme será baseado em “A queda do Morcego”? Afinal, uma das capas feitas para essa série tem os dois vilões juntos! Vamos nos matar nos comentários e criar expectativas.

30
nov
2010

Gente, que difícil ficar longe daqui. Essa estiagem de postagens é horrível.

Não foi lá uma decisão muito fácil priorizar outras coisas na vida. Aliás, só faço isso pra tornar sonhos realidade a longo prazo. Mas isso não quer dizer que eu vou me afastar assim, como quem faz de conta que está tudo bem. Não não, isso aqui é importante demais pra fazer de conta que nunca existiu. Lide com isso, alligator.

Apesar de estar afogada em trabalho, ando dedicando as minhas horas livres a muitas coisas legais. Decidi fazer um recap escrito mesmo, já que o tempo e a impossíbilidade de gravar um vídeo em paz não me deixam seguir em frente com a promessa do post passado.

Aliás, queria deixar bem claro uma coisa que foi até contestada no vídeo de esclarecimentos. Eu JAMAIS vou parar de escrever, e muito menos virar vloggeira. Eu sou muito melhor com as palavras escritas do que faladas, vocês devem ter notado. Mas ninguém faz o hipócrita aqui, e eu não vou fazer: os vídeos sim são pra atrair mais a atenção pra cá enquanto estamos nessa estiagem bem complicada na minha vida. Lidar com a minha cara falando não é muito fácil hehe, não vai ser pra sempre assim.

Também gostaria de agradecer os emails do pessoal que acompanha o blog. Eu não tive tempo nenhum de responder com calma, mas li todos e ainda vou retornar todas as respostas.

Enfim, deixando o bla bla bla pra lá vamos ao que realmente interessa. Aqui vai um recap de coisas lindas que fiz essas últimas semanas.

1º – Lançamento de Necrópolis – A Fronteira das Almas do Douglas MCT

Um dos meus bróders de twitter lançou o livro dele, e é lógico que isso não passaria despercebido por aqui. Tive o prazer de lançar uma das músicas da trilha sonora em um post de divulgação e sempre dei o maior apoio pras publicações de escritores nacionais do segmento fantástico. Quem se lembra da resenha que fiz sobre o livro do Leonel Caldela – O Caçador de Apóstolos? Ele inclusive escreveu a introdução de Necrópolis.

O lançamento foi muito bacana. Aconteceu na livraria Martins Fontes, na Av Paulista e teve um clima bem legal. O local aconchegante deu um toque especial. Quando cheguei já estava rolando um bate papo com o Douglas, os editores da Draco e todos presentes na sala. Todo mundo comprando o livro, que já teve a sua primeira tiragem esgotada. Sucesso puro. Olhem só algumas fotos do dia do lançamento.

Lançamento Necrópolis - A Fronteira das Almas

Lançamento Necrópolis - A Fronteira das Almas

Tem mais fotos no site do livro, olhem lá.

Eu já terminei de ler o livro e… vou fazer suspense. Acho que cada obra merece um post individual pra dar minha opinião, mas já adianto: não seja idiota e compre LOGO. Aqui um bom post pra você saber aonde comprar o seu.

2º – Lançamento Donkey Kong Country Returns no Zoológico de São Paulo

Pra começar: vídeozinho do evento gravado por mim.

Lembra que eu disse que eu não jogo videogame pra manter a sanidade mental? Então. Não é muito bem o que anda acontecendo. Eu e o boyfriend ficamos sabendo desse lançamento épico que marcou nossas infâncias no Zoológico de São Paulo e foi muito óbvio querer ir. Donkey Kong marcou época na casa dos meus primos, quando todos ficavamos na sala com o Super Nintendo fritando por horas. E tem lugar mais adequado pra isso do que o Zoológico? O estande estava do lado de macaquinhos *_*

Apesar de tudo conspirar pra ser perfeito, o evento foi uma merda grande bagunça. Além de esperarmos duas horas na fila (afinal vários espertinhos estavam entrando pela saída que não havia segurança nenhuma, um contraste puro com a entrada do estande que mais parecia o Complexo do Alemão em dias de retomada), ao chegarmos lá tivemos somente uns 3 minutos pra jogar e apreciar o game. Mesmo com palhaços entretendo a fila não há como aguentar todo esse tempo pra ganhar umas migalhas.

Eu não estou acostumada com o Wii ainda e por isso perdi vidas muito fácil e logo meu tempo acabou. Como disse muilhares de vezes, ser gamer assídua nunca foi meu lifestyle. Achei uma droga não fazerem a experiência ser de fato uma experiência, algo como um tour virtual pelas fases, enfim, algo menos previsível. Só a apresentação do moço no início não satizfez a vontade de saber como era o jogo. Parecia mais uma degustação de torrada no supermercado, sem cream cheese e sem suquinho pra descer pela guela. Apesar disso ganhamos um chapéu bonitinho. Tinha a opção de uma gravata, mas achei tosquinha. Com certeza a coisa mais legal foi o protetor de carro do Donkey Kong que estavam dando logo na entrada do estacionamento do parque.

3º – Resident Evil 5 no XBox FUCK THE WORLD

Então, eu tava falando sobre videogame né? O Gu finalmente me viciou em Resident Evil 5, e sim, eu estou amando. Apesar da minha mira ser a coisa mais tosca do mundo, Resident Evil 5 é lindo. Aliás, Resident Evil fez muito parte desse ano, não tanto pelo filme, mas sim pela trilha sonora criada pela dupla Tomandandy e pela música tema do A Perfect Circle, Outsider, que foi remixada para o filme.

Eu já joguei um pouco de outros jogos da série no Play 2 e fiquei impressionada com a riqueza de detalhes do quinto jogo da franquia. Todo o cenário é muito interativo e os personagens estão cada vez mais elaborados, e eu chego a me perguntar se não rolam exageros nisso. Além de tudo, as tramas são bem complexas e humilham a série de filmes. Estou me saindo bem até, morri só duas vezes ahahah. Trailer do game pra quem ainda não conhece:

4º – Iamamiwhoami – O show

No dia que eu publiquei o vídeo de Esclarecimento, iamamiwhoami liberou em no site http://towhomitmayconcern.cc 6 horas de streaming de um “show” que estava mais pra DVD conceitual e todas músicas executadas ao vivo, além das duas canções novas no final. Épico é uma boa palavra pra definir.

Não preciso dizer o quanto sou fã de iamamiwhoami. Vocês sabem quanto eu sou ensandecida e sabem que eles haviam marcado um show. Se não sabem é só ver os posts na tag iamamiwhoami. Claro que em poucas palavras nunca vou conseguir dissecar o que tudo aquilo significou pra mim. É necessário uma parte só especial pra isso. Então deixo uma das minhas partes preferidas no show pra vocês assistirem, por enquanto.

Ainda tem mais algumas coisas sensacionais, mas fica pra uma segunda parte. Eu infelizmente não li quadrinhos esse mês (sim tá super tenso isso) mas estamos aí né? Em breve tem mais post diretamente do Saara.

3
nov
2010

Sabe, eu curto muito o trabalho do Zack Snyder sem entrar nos méritos de adaptações e etc. Todos os filmes do cara trouxeram propostas no mínimo interessantes, muitas vezes inovadoras. 300 está aí hoje pra fazer escola. Ele, que dirigia filmes publicitários antes de finalmente se jogar no mundo de Hollywood, tá aí, prometendo a Arcadia mais uma vez.

Já falei de Sucker Punch outras vezes aqui, e posso dizer que aguardo com ansiedade. Nesse trailer nós entendemos melhor do que se trata a saga de Babydoll. Ela perdeu tudo o que amava e foi trancafiada e machucada por uma alma maligna que a gente pode ver no trailer tentanto abusa-la. A coisa chega no ponto de envia-la ao sanatório. Levando uma vida difícil, ela descobre que somente na sua imaginação ela vai achar a saída daquele lugar. Sim, existe uma inspiração leve em Garota, Interrompida. E é aí que a diversão começa.

Bom, não preciso descrever a viagem lisérgica e violenta que se torna esse filme. Vejam vocês mesmos.

“If you don’t stand for something, you’ll fall for anything.”

Alguém sabe me dizer a música do trailer? Já tinha gostado da música do primeiro trailer, que é do Lords of Acid (Crablouse).

O filme estréia no dia 25/03/2011 lá fora e como dito anteriormente terá a direção de Snyder. No elenco temos diversos nomes de atrizes das mais variadas gerações: Abbie Cornish, Jena Malone, Emily Browning, Vanessa Hudgens, Jamie Chung e Carla Gugino.

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