10
ago
2011

Hoje em dia os jogos sociais estão cada vez mais complexos e atendendo mais as necessidades de diversos públicos. Muitas empresas gringas e nacionais estão apostando cada vez mais em um target que fica tempo o suficiente na internet para interagir com diversas pessoas, que desenvolvem conteúdo, e principalmente passam o tempo envolvidos com entretenimento intimamente integrado a nossa vida real. O Facebook juntou todas essas coisas em um lugar só, atraindo cada vez mais usuários de outras redes sociais e decretando quase a morte do Orkut e do Myspace, por exemplo. Até eu mesma já me rendi a alguns jogos, principalmente no fim de 2009, quando entrei no Facebook, mas muitos deles me tomavam tempo demais.

É por isso que hoje eu vou dar uma dica de jogo que se adequa muito bem ao meu lifestyle. Além de super fofo, esse social game integra a música aos objetivos. Hoje apresento a vocês o fofíssimo Music City, recém lançado pela produtora de games Gazeus, que é nacional e tem outros projetos já lançados e em andamento.

Pra quem é meio retardado por música assim como eu, o jogo pode ser a solução ideal pra passar o tempo se você sonha em ser um rockstar, se projetar e fazer uma carreira. Tudo é possível nele e além de tudo você pode compartilhar com os amigos os grandes momentos que você vai ter no palco. É tudo muito simples e intuitivo, e eu vou mostrar pra vocês como funciona.

Antes de qualquer coisa você precisa decidir qual será o foco da sua carreira. É aqui que todos os objetivos do jogo serão definidos, então trata-se de uma escolha definitiva.

Music City

Logo em seguida uma outra parte divertidíssima: a customização do seu character. Eu só acho que haviam poucas opções de cabelo, mas com certeza isso será melhorado com o tempo.

Music City

E daí pra frente seguimos em um tutorial com direito a passo a passo, tudo extremamente fofo e muito claro. Pra não deixar dúvida nenhuma e ambientar o jogador rapidamente é uma ótima solução. Eu sinceramente achei tão intuitivo que fui fazendo cada passo sem sequer olhar o tutorial ahahah.

Music City

Music City

Começamos comprando os itens básicos: figurino, roadie stuff (retorno, amplificadores, etc), instrumentos, aluguel do local para o show e até passinhos de dança para arrasar nas performances. Claro que tudo isso custa seu rico dinheiro, então não é possível viajar muito no início. Tem que ralar, querido, tá achando que a vida é fácil?

Music City

Music City

E a partir daí o jogo começa de verdade. Pra conquistar a sua grana você tem que ensaiar as canções de seu gosto para apresenta-las ao vivo e assim ganhar um cachê para poder sobreviver.

Music City

O ensaio é composto por um mini game aos moldes do Guitar Hero: quanto maior sua pontuação, maior o XP. Não tem muitas músicas no banco do jogo, mas com certeza isso vai melhorar com o tempo e com a divulgação e interese pelo mesmo.

Depois, para montar sua apresentação tem passinhos de dança! \o/ /o/ \o\ Esses você também aprende em uma escola que tem no mapinha.

Music City

Music City

Uma das coisas mais bacanas do jogo com certeza é a loja da Camiseteria. São camisetas exclusivas com as estampas reais da marca. Um inserção ÓTIMA e que é impossível não querer todas.

Music City

Pra quem gosta de música como eu e também trabalha muito, é uma ótima opção para o tempo livre, ainda mais porque você tem como escolher o tempo das suas apresentações para coletar a bilheteria depois, e pelo o que vi até agora esse prazo pra coletar a grana não expira. Não é como no Farmville em que as suas lindas uvinhas apodreciam e seu trabalho era todo em vão.

Sem falar no meu avatar que ficou MUITO engraçado com esse cabeção ahahaha.

O jogo ainda precisa de muitas melhorias, evidentemente, como mais opções de música, figurino, outras lojas e quem sabe mesmo até outro tipo de game além do ensaio, mas para isso realmente é necessário que existam mais jogadores que deem seus pitacos.

Se você quiser se juntar a essa classe artística é só acessar esse link e começar. Boa diversão.

17
fev
2011

Dead Island estava de molho já faz um tempo, e desde 2008 a gente não sabia mais nada a respeito dessa franquia. Eis que fomos surpreendidos mais uma vez com um trailer ARRASADOR. sua vida vai MUDAR depois de ver esse trailer. É a coisa mais mindfuck que você poderia esperar para essa linda tarde de quinta feira. Claro que jogos de zumbi são sempre amor, mas o trailer de Dead Island está prometendo algumas coisas a mais.

O game é uma produção da DeepSilver e da Techgame e está ensinando a galera de cinema a fazer trailer, porque se você concorda comigo uma coisa tão simples assim só pode ser incrível pra ser tão forte. Essa maravilha será lançada ainda esse ano nas plataformas PC, PlayStation 3 e Xbox 360 e eu vou querer jogar. MUITO. Zumbis com emoção no Xbox, mal posso acreditar.

30
nov
2010

Gente, que difícil ficar longe daqui. Essa estiagem de postagens é horrível.

Não foi lá uma decisão muito fácil priorizar outras coisas na vida. Aliás, só faço isso pra tornar sonhos realidade a longo prazo. Mas isso não quer dizer que eu vou me afastar assim, como quem faz de conta que está tudo bem. Não não, isso aqui é importante demais pra fazer de conta que nunca existiu. Lide com isso, alligator.

Apesar de estar afogada em trabalho, ando dedicando as minhas horas livres a muitas coisas legais. Decidi fazer um recap escrito mesmo, já que o tempo e a impossíbilidade de gravar um vídeo em paz não me deixam seguir em frente com a promessa do post passado.

Aliás, queria deixar bem claro uma coisa que foi até contestada no vídeo de esclarecimentos. Eu JAMAIS vou parar de escrever, e muito menos virar vloggeira. Eu sou muito melhor com as palavras escritas do que faladas, vocês devem ter notado. Mas ninguém faz o hipócrita aqui, e eu não vou fazer: os vídeos sim são pra atrair mais a atenção pra cá enquanto estamos nessa estiagem bem complicada na minha vida. Lidar com a minha cara falando não é muito fácil hehe, não vai ser pra sempre assim.

Também gostaria de agradecer os emails do pessoal que acompanha o blog. Eu não tive tempo nenhum de responder com calma, mas li todos e ainda vou retornar todas as respostas.

Enfim, deixando o bla bla bla pra lá vamos ao que realmente interessa. Aqui vai um recap de coisas lindas que fiz essas últimas semanas.

1º – Lançamento de Necrópolis – A Fronteira das Almas do Douglas MCT

Um dos meus bróders de twitter lançou o livro dele, e é lógico que isso não passaria despercebido por aqui. Tive o prazer de lançar uma das músicas da trilha sonora em um post de divulgação e sempre dei o maior apoio pras publicações de escritores nacionais do segmento fantástico. Quem se lembra da resenha que fiz sobre o livro do Leonel Caldela – O Caçador de Apóstolos? Ele inclusive escreveu a introdução de Necrópolis.

O lançamento foi muito bacana. Aconteceu na livraria Martins Fontes, na Av Paulista e teve um clima bem legal. O local aconchegante deu um toque especial. Quando cheguei já estava rolando um bate papo com o Douglas, os editores da Draco e todos presentes na sala. Todo mundo comprando o livro, que já teve a sua primeira tiragem esgotada. Sucesso puro. Olhem só algumas fotos do dia do lançamento.

Lançamento Necrópolis - A Fronteira das Almas

Lançamento Necrópolis - A Fronteira das Almas

Tem mais fotos no site do livro, olhem lá.

Eu já terminei de ler o livro e… vou fazer suspense. Acho que cada obra merece um post individual pra dar minha opinião, mas já adianto: não seja idiota e compre LOGO. Aqui um bom post pra você saber aonde comprar o seu.

2º – Lançamento Donkey Kong Country Returns no Zoológico de São Paulo

Pra começar: vídeozinho do evento gravado por mim.

Lembra que eu disse que eu não jogo videogame pra manter a sanidade mental? Então. Não é muito bem o que anda acontecendo. Eu e o boyfriend ficamos sabendo desse lançamento épico que marcou nossas infâncias no Zoológico de São Paulo e foi muito óbvio querer ir. Donkey Kong marcou época na casa dos meus primos, quando todos ficavamos na sala com o Super Nintendo fritando por horas. E tem lugar mais adequado pra isso do que o Zoológico? O estande estava do lado de macaquinhos *_*

Apesar de tudo conspirar pra ser perfeito, o evento foi uma merda grande bagunça. Além de esperarmos duas horas na fila (afinal vários espertinhos estavam entrando pela saída que não havia segurança nenhuma, um contraste puro com a entrada do estande que mais parecia o Complexo do Alemão em dias de retomada), ao chegarmos lá tivemos somente uns 3 minutos pra jogar e apreciar o game. Mesmo com palhaços entretendo a fila não há como aguentar todo esse tempo pra ganhar umas migalhas.

Eu não estou acostumada com o Wii ainda e por isso perdi vidas muito fácil e logo meu tempo acabou. Como disse muilhares de vezes, ser gamer assídua nunca foi meu lifestyle. Achei uma droga não fazerem a experiência ser de fato uma experiência, algo como um tour virtual pelas fases, enfim, algo menos previsível. Só a apresentação do moço no início não satizfez a vontade de saber como era o jogo. Parecia mais uma degustação de torrada no supermercado, sem cream cheese e sem suquinho pra descer pela guela. Apesar disso ganhamos um chapéu bonitinho. Tinha a opção de uma gravata, mas achei tosquinha. Com certeza a coisa mais legal foi o protetor de carro do Donkey Kong que estavam dando logo na entrada do estacionamento do parque.

3º – Resident Evil 5 no XBox FUCK THE WORLD

Então, eu tava falando sobre videogame né? O Gu finalmente me viciou em Resident Evil 5, e sim, eu estou amando. Apesar da minha mira ser a coisa mais tosca do mundo, Resident Evil 5 é lindo. Aliás, Resident Evil fez muito parte desse ano, não tanto pelo filme, mas sim pela trilha sonora criada pela dupla Tomandandy e pela música tema do A Perfect Circle, Outsider, que foi remixada para o filme.

Eu já joguei um pouco de outros jogos da série no Play 2 e fiquei impressionada com a riqueza de detalhes do quinto jogo da franquia. Todo o cenário é muito interativo e os personagens estão cada vez mais elaborados, e eu chego a me perguntar se não rolam exageros nisso. Além de tudo, as tramas são bem complexas e humilham a série de filmes. Estou me saindo bem até, morri só duas vezes ahahah. Trailer do game pra quem ainda não conhece:

4º – Iamamiwhoami – O show

No dia que eu publiquei o vídeo de Esclarecimento, iamamiwhoami liberou em no site http://towhomitmayconcern.cc 6 horas de streaming de um “show” que estava mais pra DVD conceitual e todas músicas executadas ao vivo, além das duas canções novas no final. Épico é uma boa palavra pra definir.

Não preciso dizer o quanto sou fã de iamamiwhoami. Vocês sabem quanto eu sou ensandecida e sabem que eles haviam marcado um show. Se não sabem é só ver os posts na tag iamamiwhoami. Claro que em poucas palavras nunca vou conseguir dissecar o que tudo aquilo significou pra mim. É necessário uma parte só especial pra isso. Então deixo uma das minhas partes preferidas no show pra vocês assistirem, por enquanto.

Ainda tem mais algumas coisas sensacionais, mas fica pra uma segunda parte. Eu infelizmente não li quadrinhos esse mês (sim tá super tenso isso) mas estamos aí né? Em breve tem mais post diretamente do Saara.

4
nov
2010

Experimental Gameplay Project, é um site que promove criação de jogos em um determinado tempo e sobre alguma proposta diferente ( as vezes mudando a temática, outras mundando o foco a forma de interação entre o jogador e o jogo, também conhecido como, jogabilidade) para a criação de jogos ao redor do globo (seja ele desenvolvedor ou hobbyista). O portal é idealizado por alguns dos maiores desenvolvedores independentes de jogos, entre eles, Kyle Gabler (desenvolvedor do jogos World of Goo, ganhador do prêmio melhor jogo independente de 2008) e Petri Purho (desenvolvedor do bem sucedido Crayon Physics).

Canabalt

Entre essas propostas sempre aparece algum jogo que merece um destaque, porém, em um dos desafios foi criado o simples e bem feito, Canabalt. Desenvolvido inteiramente por Adam Atomic, ou Adam Saltsman (seu site) em sete dias, jogo logo que caiu na rede virou mania em todo o mundo. Sendo necessário apenas um botão (pode ser escolhido entre X, C ou o tão famoso e necessário, spacebar) para se jogar e com uma interface simplicista e com a arte bem longe dos tão bem comentados jogos 3D, Canabalt consegue manter um nível de desafio muito intrigante, por mais bobo que seja.

Vale a pena dar uma jogada e reparar nos elementos presentes no jogo. Pra aproveitar, acesse o site do jogo e veja como funciona.

12
out
2010

Hoje em dia todos nós estamos ligados a tecnologia, principalmente no que se diz respeito a entretenimento. Videogames, computadores, gadgets desenvolvidos especialmente para divertir estão em alta. Mas você já parou pra pensar em quanta coisa oldschool e não digital existe por aí e você nem lembra? Um exemplo disso são os jogos de tabuleiro, que, além de incentivarem mais ainda a interação social, trazem de volta aquele gostinho de infância da época que não tinha internet. Claro que se você tem fotos de quando era pequeno tiradas por máquinas fotográficas digitais nem deve ter ideia do que eu estou dizendo.

Não importa a sua idade ou classe social, existem atividades lúdicas e super inteligentes fora das telinhas touch screen dos celulares e dos controles de Playstation 3. Uma das provas disso é a Ludus Luderia, local onde fui ano passado onde só tem jogos de tabuleiro. Leia o post e veja como a experiência foi incrível.

Mas hoje vou falar especialmente de um jogo de tabuleiro chamado Scrabble. Eu conheci esse joguinho nas minhas aulas de inglês. Eu e minha professora passamos as horas do sábado nos divertindo com ele e é altamente recomendável para pessoas de todas as idades.

O jogo foi inventado em 1931 por Alfred Mosher Butts, arquiteto nova iorquino desempregado, que nomeou o projeto incialmente como Lexico. Depois de várias mudanças de nome e regras, a aposta de um empresário que acreditou no conceito no projeto e os problemas que passaram por causa das Guerras, o jogo ganhou popularidade e começou a ser vendido na loja de departamento Macy’s, onde chegou a esgotar e racionar os pedidos em somente um ano. O sucesso foi tanto que o produto começou a ser licenciado para outros fabricantes e a marca Scrabble hoje pertence a gigante Hasbro.

Aqui no Brasil o jogo é conhecido também por Palavras Cruzadas, mas não tem a mesma popularidade dos EUA. Você encontracom facilidade nas lojas especializadas em brinquedos, e provavelmente o fabricante é a Mattel.

O conceito do Scrabble de tabuleiro é bem diferente das palavras cruzadas no papel. O jogo pode ter entre 2 e 4 participantes, e o objetivo é juntar pequenas peças de madeira com letras do alfabeto gravadas para formar palavras. Cada participante tem em mãos 7 peças e elas devem ser escondidas do seu oponente. As palavras devem começar a ser montadas do centro do tabuleiro, e cada palavra tem que se ligar com uma das letras de outra, mas sem encostar em uma terceira. Acho que a foto abaixo vai ilustrar bem o que eu quero dizer.

Scrabble em Inglês

Cada letra tem uma pontuação diferente. Quanto mais rara, mais valiosa ela é. No caso do Scrabble em inglês o A vale somente um ponto e o X vale 10. A cada formação os pontos se somam, e dependendo da casa do tabuleiro onde a letra ou palavra estiver é possível duplicar ou triplicar o valor. Quem ganha é quem tem mais pontos quando não houver mais nenhuma peça de madeira dentro do saquinho.

É um jogo absurdamente divertido, estimula a sua memória e amplia o seu vocabulário. É interessante ter um dicionário do lado para aprender mais palavras quando as possibilidades de letras são escassas, a não ser que você seja uma pessoa ferrenha com regras.

Então essa é a minha dica para o Dia das Crianças, que pode ser um dia pra todo mundo se divertir :) Pra finalizar um videoclipe da música “Hurray” do Kalan Porter, que mostra como é o jogo e como todo mundo pode se divertir.

4
out
2010

Eu ando meio envergonhada com o ritmo de posts daqui do blog. Aliás, o ritmo não é o maior problema, mas o problema é a qualidade. Até eu estou sentindo falta de reviews mais elaborados de filmes, quadrinhos e essas coisas que eu gosto tanto de fazer por aqui.

Caro leitor, se você ainda não sabe vai saber agora, quem me conhece sabe que eu não jogo videogame * OMFG COMO ASSIM? * Calma, tá tudo bem agora. Então, eu não jogo videogame para manter intacto o resto de vida social que tenho. Geralmente quando me apego a games de qualquer natureza é difícil me tirar do vício até que eu mesma enjoe. Um caso recente foi o Farmville, aquela fazendinha demoniaca que viciou tantas pessoas, mas que eu finalmente enchi o saco de jogar no começo desse ano. Todo mundo sabe que jogos assim tiram a produtividade de qualquer ser humano.

Meu Celular Nokia 5530 com a Elektra

Aí, depois de meses extremamente produtivos e fantásticos, com direito a reforma do bloguito e ganhos do AdSense (mesmo que ínfimos) nunca tão altos, eu comprei um celular novo. Esse lindo aí de cima com o wallpaper da Elektra.

É um celular que merece um review, de tão legal. O Nokia 5530 nem é tão caro mas tem Wi-Fi, um sistema operacional bem funcional, o Symbian, que suporta aplicativos de algumas extensões. Entre esses aplicativos estão joguinhos estúpidos, como o Farm Frenzy. E ele é o culpado da minha ausência.

Depois de dias jogando essa nhaca desse jogo viciante, que mais parece um Farmville com adrenalina, decidi canalizar o vício em post. Então vamos ao review do primeiro game aqui no blog, inaugurando a categoria Games. :O

Farm Frenzy é um aplicativo desenvolvido pela Alawar Games e a HeroCraft e existe tanto na versão mobile quanto em flash e em executável no computador. Eu conheci o joguinho pela Ovi Store da Nokia, mas logo tratei de arrumar a versão completa.

Farm Frenzy 3 - Mobile Java Game

Não é nem de longe o jogo mais genial: você tem que cuidar dos negócios de uma fazenda, cuidando de patos, galinhas, vacas, gatos, cachorros com o dinheiro da venda dos produtos que esses animais dão e seus derivados. A emoção fica por conta do tempo a ser cumprido para conquistar as medalhas de ouro e prata e conquistar mais bonus para melhorar os equipamentos de sua fazenda, além de capturar os ursos que matam os animais.

Teoricamente deveria existir uma história de background, mas você nem nota isso se não ler no review do site oficial. Como eu ainda estou desbloqueando as fases não sei quais são os limites, mas posso dizer que estou avançando bem rápido ahaha :(

Esse tipo de jogo babaca é ideal pra te acompanhar no trem e no ônibus, caso você seja do proletariado como eu, ou na sua ryca Ferrari preso no trânsito.

Se você quiser saber mais sobre o joguinho pode visitar a Ovi Store ou ver no site do fabricante.

Imagina se eu começar a jogar WoW. Melhor não.

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